Fuso-horário internacional

Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

PÁGINAS

Voltar para a Primeira Página Ir para a Página Estatística Ir para a Página Geográfica Ir para a Página Geopolítica Ir para a Página Histórica Ir para a Página Militar
Mostrando postagens com marcador Ossétia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ossétia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Rússia planeja exercícios militares no Cáucaso em meio às ameaças dos EUA de atacar o Irã.

Rússia vai realizar exercícios militares na Armênia

 A Rússia iniciou preparativos em larga escala para as manobras militares Kavkaz-2012, segundo a Gazeta Nezavisimaya.

 Os exercícios vão abranger não só o território do sul da Rússia, mas também de Abkhazia, Ossétia do Sul e Armênia, com o Kavkaz-2012 se tornando um grande evento em 2012.

 O plano está sendo elaborado, com os preparativos militares para envolver o desenvolvimento de tarefas de treinamento em face de uma possível guerra contra o Irã, bem como outros possíveis conflitos na região do Mar Cáspio e do Cáucaso.

 Vale ressaltar que as manobras "serão voltadas para o desenvolvimento de modernas técnicas militares com os novos sistemas de controle automatizado.

 Segundo o diretor do Centro de Previsão Militar Anatoly Tsyganok, os preparativos estão já em curso em meio à escalada das tensões no Golfo Pérsico.

Fonte: http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=28695

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Geórgia descarta guerra com a Rússia.

Comparação das forças em movimento na guerra russo-georgiana em 2008. Foto: bellum.com.pl

 A Geórgia descarta promover outra guerra com a Rússia para "retomar os territórios ocupados” da Abkhásia e Ossétia do Sul, afirmou o presidente georgiano, Mikail Saakashvili, ao intervir na tribuna do Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

 Saakashvili concluiu que é necessário “demostrar paciência a nível estratégico” para alcançar a libertação da  quinta parte do território georgiano e reconcilia-se com a Rússia, com a qual a Geórgia rompeu as relações diplomáticas em 2008, após Moscow apoiar e o reconhecer a independência de Abkhásia e Ossétia do Sul. “Não podemos mudar nossa geografia, precisamos encontrar uma maneira de conquistar acordos com a Rússia”, disse.

Cronologia da Guerra em agosto de 2008.

 Zurab Abashidze, antigo embaixador da Geórgia na Rússia, informou numa entrevista com o periódico Vremya Novostei que o Kremlin “tem agora uma relação mais construtiva com os Estados unidos e a OTAN”, sendo assim “resulta mais fácil achar uma fórmula de comunicação entre Moscow e Tbilisi”.

 O politólogo georgiano Paata Zakareishvili dá sua opinão dizendo que “Saakashvili não quer na realidade o diálogo com a Rússia e só a espeita forçosamente considerando a postura dos Estados Unidos e da Europa”. “Nem Obama nem os europeus necessitan agora se injuriar contra Moscow”, declarou.

 Konstantín Kosachov, chefe do comitê de assuntos internacionais na camara baixa do Parlamento russo, sugeiu “referendar em documento anexo” a proclamada abstenção de usar a fuerza para o restabelecimento da integridade territorial da Geórgia. Se Tbilisi firmasse o respectivo acordo com Abkhásia e Ossétia do Sul, “Rússia poderia atuar na qualidade de fiador”, afirmou o parlamentar.

Fonte: http://sp.rian.ru/international/20101124/147946760.html

Leia também:



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sérvios de Kosovo podem pedir cidadania russa para obter sua proteção.

 Os sérvios de Kosovo ameaçaram recorrer a Rússia e pedir sua nacionalidade caso os acordos entre Belgrado e Bruxelas sobre o ex-território sérvio menosprezem os seus direitos e seja desaprovado por Moscow, escrive o diário Vremya Novostei.

 Segundo o periódico, estas declarações pertencem ao presidente do Conselho Nacional Sérvio de Kosovo do Norte, Milan Ivanovic, que as fez às vésperas da Assembléia Geral da ONU sobre uma nova resolução sobre Kosovo, fruto de um difícil consenso entre a Sérvia e a União Européia (UE).

 O projeto original do documento elaborado pela Sérvia declara inadmissível a independência de seu ex- território e reclamava uma nova rodada de negociacões entre Belgrado e Prístina, no entanto, sob a instância de Bruxelas, que ameaçou congelar a integração européia da Sérvia, os sérvios atenuaram o tom reivindicativo da resolução.

 O texto final não valida o status de Kosovo. Assim, o governo sérvio mostra que não pensa em enfrentar o Ocidente por causa da sua antiga província rebelde, ainda mais tendo em jogo o ingresso de Belgrado na UE.

 Como resultado, a minoria sérvia de Kosovo não tardou em acusar Belgrado e pessoalmente o seu presidente, Boris Tadic, de sacrificar seus interesses em favor do ocidente, ameaçando pedir ajuda diretamente à Rússia.

 Segundo apontou Ivanovic, Moscow sabe proteger os seus cidadãos onde quer que estejam, referindo-se assim à guerra de agosto de 2008 entre a Rússia e a Geórgia que terminou com o reconhecimento russo de dois antigos territórios georgianos, Abkházia y Ossétia do Sul.

 A minoria sérvia de Kosovo, com uma população de dois milhões de habitantes, está composta por umas 100.000 pessoas que vivem a maior parte delas ao norte da ex-província sérvia e se opõem a aceitar a jurisdição de Pristina e ao mesmo tempo acusam Belgrado de não oferecer-lhes apoio suficiente.

Moscow, 10 de setembro, RIA Novosti.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/20100910/127723521.html

sábado, 7 de agosto de 2010

Presidente de Abkházia teme nova agressão da Geórgia que parece ter restabelecido sua força bélica.

 O presidente da Abkházia, Serguei Bagapsh, afirma que no ritmo em que a Geórgia arma seu Exército levanta suspeitas que está preparando um novo ataque contra os seus antígos territorios, Abkházia e Ossétia do Sul.

 "Levando em conta o rápido rearmamento da Geórgia com a ajuda do Ocidente, não descarto que esteja preparando uma nova agressão", declarou Bagapsh em entrevista a RIA Novosti.

 Na sua opinião, o presidente georgiano, Mikaíl Saakashvili é imprevisível em suas ações. Ao referir-se à guerra de 2008, quando Saakashvili ordenou o ataque contra a Ossétia do Sul, o líder abkasio indicou que o presidente georgiano é "uma pessoa que não vai parar por aí".

 Na véspera, Valeri Yaknovets, novo ministro de Defensa de outra antiga província georgiana, a Ossétia do Sul, informou em declarações ao diário Kommersant que recomendou ao serviço de segurança sul-osseta "não relaxar" e "preparar-se para repelir" uma nova agressão que ela não descarta enquanto Saakashvili  governar a Geórgia.

 O Exército georgiano atacou a Ossétia do Sul na noite de 7 a 8 de agosto de 2008 destruindo parte de sua capital, Tskinvali. A Rusia respondeu com o envio de tropas para proteger o seu contingente de paz estacionado na zona e também aos vizinhos locais, muitos deles de nacionalidade russa.
 Os militares georgianos foram obrigados a recuar após cinco dias de hostilidades. Em agosto daquele ano, a Rússia reconheceu a soberania da Ossétia do Sul e da Abkházia, e mais tarde também a Nicarágua, a Venezuela e a República de Nauru reconheceram como países independentes as antigas provincias georgianas.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/20100806/127393056.html


A Abkázia e a Ossétia do Sul são antigos territórios da Geórgia que se autoproclamaram independentes após a guerra russo-georgiana de 2008. São reconhecidas apenas pela Federação Russa, Nicarágua, Venezuela e Nauru.

A Geórgia restabeleceu por completo seu potencial bélico desde a guerra de 2008 segundo um especialista.

 Passados dois anos desde a guerra russo-georgiana em torno da Ossétia do Sul, o regime de Mikail Saakashvili restabeleceu por completo seu potencial militar, afirmou Igor Korotchenko, diretor do Centro russo para o análise do tráfico internacional de armas.

 "É o resultado de que a comunidade internacional nunca aceitou a proposta russa de embargar o fornecimento de armas e equipamento militar à Geórgia", disse o especialista.

 Acrescentou que a importação de armas permitiu à Georgia "suprir as perdas, restaurar as bases militares e demais infraestruturas, assim como aperfeiçar a instrução dos efetivos do Exército nacional".

 O Governo georgiano recibeu grandes quantidades de armas totalmente grátis ou a preços de barganha, constatou Korotchenko ao ressaltar que "muitas transações ocorreram secretamente e não foram declaradas em lugar nenhum, em particular, no registro correspondente das Nações Unidas".

 "Geórgia pode ser definida nos últimos anos como um buraco negro em termos de cooperação técnico-militar ", disse ele. Mesmo levando em conta os montantes declarados oficialmente que, de acordo com Korotchenko não excedem a 20-25% do volume real, a Geórgia se recuperou muito além do plano militar pré-guerra.

Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/20100807/127398026.html

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Como a Geórgia se prepara para a guerra com a Rússia.

A Geórgia e as repúblicas independentes da Abkazia e Ossétia do Sul, reconhecidas apenas por Rússia e Nicarágua. Clique no mapa para ampliar.
 O presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, pediu a cúpula militar para construir uma "defesa total" e acusou a Rússia de planejamento para "derrubar a democracia da Geórgia." 

 Não só a Rússia não desistiu do seu plano "para controlar a Geórgia, mas eles estão trabalhando intensamente nisso", disse Saakashvili, falando em uma reunião com altos comandantes militares e altos funcionários do Ministério da Defesa. O presidente disse que sua avaliação foi baseada na retórica da Rússia "e guerra de informação realizados em base diária, minuto a minuto contra a Geórgia." 

 O líder georgiano espera um ataque de "a força do inimigo ... a partir dos territórios limpos etnicamente ", referindo-se a Abkhazia e a Ossétia do Sul, reconhecida pela Rússia como Estados independentes em 2008. 

 Saakashvili define que a tarefa dos seus militares é “queimar tudo ou cada metro quadrado da terra georgiana” abaixo de um inimigo se ele decidir invadir o país. Para isto, o país deve desenvolver não forças só armadas, mas também um sistema de defesa civil, ele disse. A defesa do país é “uma questão de todo ou cada cidadão” e “cada aldeia deve ser capaz de defender-se,” ele realçou.

Praça da Liberdade, em Tbilisi, em novembro de 2006. À esquerda está a prefeitura da capital da Geórgia, e ao centro a Coluna de São Jorge.
 Embora Tbilissi tivesse de cortar o orçamento militar para 2010 por causa da crise econômica, “o dinheiro será investido em educação, treinamento e o aumento do profissionalismo,” disse Saakashvili.

 Entretanto, o exército georgiano está adquirindo experiencia no Afeganistão. A participação na operação militar naquele país é importante de um ponto geopolítico da visão e é “uma boa escola militar,” disse Saakashvili. “Precisamos de experiência, como precisamos de defesa total,” ele acrescentou.

 “O medo vê o perigo em todo lugar,” uma fonte anônima no Ministério da Defesa Russo disse ao diário Gazeta Nezavisimaya. “Ninguém está planejando fazer nada contra a Geórgia, a menos que o seu governo repita o comportamento cruel que ele ordenou a há dois anos. Os frutos daquele erro comprovaram ser amargos para a liderança georgiana, e ele deve ter aprendido a sua lição.”

Artigo de Global Research por Sergey Borisov.

Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=20362

Últimas postagens

posts relacionados (em teste)

Uma parceria estratégica entre França e Rússia tra ria benefícios econômicos para a Europa?

SPACE.com

NASA Earth Observatory Natural Hazards

NASA Earth Observatory Image of the Day

ESA Science & Technology