Fuso-horário internacional

Translate

English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified

PÁGINAS

Voltar para a Primeira Página Ir para a Página Estatística Ir para a Página Geográfica Ir para a Página Geopolítica Ir para a Página Histórica Ir para a Página Militar

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Agora com 24 satélites, sistema de navegação russo pode competir com o GPS em escala global.


 O grupo de satélites Glonass operou com sucesso durante vários anos. Composto por 18 satélites, seu antigo sistema era suficiente para cobrir o território da Rússia. Agora, sua cobertura recebeu o reforço de mais seis satélites e abrange o mundo inteiro, competindo com o sistema americano de navegação por satélite GPS.

 “A Rússia pode fornecer a soberania de navegação também a outros países, interessados em reduzir os riscos do uso apenas do sistema americano. Não é segredo nenhum que os Estados Unidos, se necessário, podem desligar o sinal de GPS em qualquer território. A presença de um segundo sistema mundial reduz os riscos políticos para os demais países. Os Estados que se consideram atores na política mundial podem assinar um acordo com a Rússia e ganhar independência em relação ao GPS americano”, diz o especialista da operadora NIS Glonass, Andrêi Ioni.

 As autoridades de Moscou pretendem em 2013 equipar obrigatoriamente os veículos de transporte público com aparelhos Era-Glonass, que funcionam à base de chips de sistema duplo. No caso de um acidente, o aparelho pode imediatamente transmitir as coordenadas do veículo, facilitando o socorro de vítimas. Além disso, os ônibus serão capazes de transmitir dados sobre sua localização aos usuários, permitindo estimar seu tempo de chegada nos pontos de parada.

Mentalidade da Guerra-Fria impede a cooperação entre a Rússia e a Europa.



 A cooperação entre a Rússia e a Europa tem sido dificultada pela mentalidade herdada da época de guerra fria, anunciou nesta quinta-feira (15/12), o primeiro-ministro Vladimir Putin, questionado em direto pelo 1 o canal de TV. Em sua opinião, o maior país do mundo ocidental – os EUA – tem assumido uma atitude dúbia em relação ao potencial nuclear da Rússia.

 Para Putin, este é um erro crasso cometido pelos EUA que querem primeiro privar a Rússia dos seus arsenais de armas atômicas e só depois vir a encará-la como um parceiro eventual. No parecer dele, tal enfoque não permite que a Europa possa trabalhar com a Rússia na qualidade de um aliado potencial. Todavia, Putin manifestou-se confiante que a integração no espaço euro-asiático seria vista como indispensável e inevitável.

 O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, disse hoje num contato televisivo com espectadores que a Rússia não irá estruturar a sua política externa como se estivesse rodeada por adversários.Para o chefe do governo, o mundo multipolar se tornou muito mais complicado do que o bipolar. Debruçando-se sobre esta tese, enfatizou que as pessoas estão cansadas da ditadura de um país. Por vezes, tem-se a impressão que os EUA não precisam de aliados, mas sim de vassalos, adiantou, ressalvando que a Rússia manterá relações com os EUA, já que a sociedade americana não quer desempenhar um papel de gendarme mundial.

Fonte: Voz da Rússia

Últimas postagens

posts relacionados (em teste)

Uma parceria estratégica entre França e Rússia tra ria benefícios econômicos para a Europa?

SPACE.com

NASA Earth Observatory Natural Hazards

NASA Earth Observatory Image of the Day

ESA Science & Technology