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domingo, 22 de janeiro de 2012

EUA admite que escudo anti-mísseis na Europa é um risco para o arsenal nuclear da Rússia.

Esquema de uma defesa de mísseis básica.
  EUA admite que o escudo anti-mísseis que planeja construir na Europa pode criar riscos para o arsenal de dissuasão nuclear da Rússia, declarou o ministro russo de Assuntos Exteriores, Serguei Lavrov.

 "Segundo se concluiu das conversações com nossos colegas americanos, eles não descartam que sua defesa anti-mísseis tenha características que possam criar riscos para as forças estratégicas russas", disse Lavrov em uma rodada de imprensa.

 Os planos de Washington de criar na Europa um escudo contra possíveis ataques com mísseis balísticos é o principal obstáculo nas relações entre Rússia e EUA.

 "Os EUA insistem que seus planos não serão dirigidos contra as forças estratégicas russas, mas que o objetivo é repelir um ataque com mísseis lançado por países que não fazem parte da Europa", manifestou o ministro.

 Citou também que Washington, ao mesmo tempo, despreza as propostas de Moscow de criar conjuntamente uma defesa setorial anti-mísseis. "Neste caso se conseguiria o objetivo desejado sem criar riscos para as forças estratégicas russas", explicou Lavrov.

 Rússia e OTAN concordaram cooperar no projeto do escudo anti-mísseis na Europa durante a cúpula de Lisboa celebrada em novembro de 2010. Mas as negociações se viram estagnadas por falta de garantias jurídicas por parte dos EUA de que o escudo não iria dirigido contra o potencial estratégico da Rússia.

 O presidente russo, Dimitri Medvédev, anunciou em novembro passado medidas de caráter militar e diplomático nas quais a Rússia responderia à instalação do escudo anti-mísseis na Europa.
 Entre estas medidas destaca-se a implantação de mísseis táticos Iskander na província de Kaliningrado, enclave russo entre a Polônia e a Lituânia.

Fonte: Ria Novosti.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Rússia fará todo o possível para impedir intervenção militar contra o Irã.

Cartaz com a inscrição: Pare a guerra ao Irã antes dela começar.
 O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, declarou nesta quarta-feira (18/Jan) que Moscow está preocupado pela ameaça de uma intervenção militar contra o Irã e fará todo o possível para evitar que isso aconteça.

 “Nem sequer me aventurarei a adivinhar quando poderia ocorrer, porque estamos fazendo de tudo para evitar que assim ocorra”, asseverou Lavrov.

 O chanceler russo advertiu que esta operação tinha “gravíssimas consequências”, como um grande fluxo de refugiados iranianos.

 “Não é a única parte do problema nem a mais importante. Não será um passeio. É impossível prever todas as consequências. Não tenho nenhuma dúvida de que jogaria lenha ao fogo no conflito entre os sunitas e os chiítas, que por enquanto só desponta. E a partir daí, uma reação em cadeia que não sei como será possível deter”.

 Por outro lado, o chefe da diplomacia russa afirmou que as novas sanções dos países ocidentais contra o Irán estarão dirigidas a fundir a economia da República Islamica e provocar o descontentamento popular e não têm nada a ver com assegurar o regime de não proliferação.

 “O que faz agora o Ocidente e alguns outros países adotando novas sanções unilaterais contra o Irã, nada tem a ver com o afã por blindar o regime de não proliferação de armas nucleares. Aponta seriamente a causar um efeito asfixiante sobre a economia iraniana e a situação da população, provavelmente com a esperança de provocar seu descontentamento”.

 Moscow no entanto confia que atualmente existem todas as possibilidades para que o chamado “Grupo dos Seis” de países mediadores (Rússia, EUA, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha) possa retomar o diálogo sobre o programa nuclear iraniano, ressaltou Lavrov.

 “Estamos convencidos de que existem todas as possibilidades para a retomada das negociações entre o Sexteto e o Irã e estamos seriamente preocupados de que este processo seja interrompido”.

 O chanceler russo Lavrov referiou como exemplo a publicação em novembro do controvertida conclusão do Organismo Internacional de Energia Atômica (OIAE) e o recente anúncio de novas sanções contra Teerã por parte da União Europeia.

 "Uma visita ao Irã da delegação da OIAE está prestes a ocorrer. Os iranianos expressaram sua disposição de trabalhar sobre os assuntos que provocam suspeitas de uma dimensão militar do programa nuclear militar. Precisamente coincidindo com esta visita, está prevista a adoção pela UE de novas e gravíssimas sanções contra o Irã”.

 Ainda segundo Lavrov, as novas sanções, que incluem o embargo às importações do petróleo iraniano e importantes restrições às transações com o Banco Central do Irã, “apenas poderão melhorar o ambiente para que essas conversações sejam produtivas”.

 Por outro lado, o titular das Relações Exteriores da Rússia anunciou que Moscow espera recentemente uma visita de um alto representante iraniano.

 “Temos informação de que os iranianos estão dispostos (para o diálogo) e estamos trabalhando assim com o Irã.  Nos próximos dias, chega a Moscow um subsecretário do Conselho de Segurança do Irã com quem também falaremos sobre o tema”, adiantou Lavrov.

Fonte: Ria Novosti

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