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domingo, 22 de julho de 2012

Washington fornece o registro dos seus eleitores ao Facebook.

em 21 de Julho de 2012.

Mais publicações sobre os temas redes sociais, espionagem pessoal, espionagem, internet,

Washington é o 1º Estado Americano a registrar eleitores no Facebook.

Olympia (EUA): O estado de Washington tornou-se o primeiro nos EUA a oferecer o registro de eleitores no Facebook, como os estados atualizam suas abordagens para mais jovens, muitos moradores conectados esperam mais serviços online.


O secretário de Estado disse ontem que terá um aplicativo em sua página de Facebook que permite que os residentes se registrem para votar e depois “tal como” a aplicação recomendá-lo aos seus amigos. Isso já é esperado para lançamento na próxima semana.

“Nesta era da mídia social mais pessoas se conectam aos serviços da rede, este é um caminho natural para introduzir as pessoas ao registo on-line e alavancar o poder de amigos no Facebook para atrair mais pessoas registradas”, disse Shane Hamlin, co-diretor de eleições.

Washington é um dos mais de uma dúzia de estados que oferecem registro on-line, mas Hamlin disse que é o primeiro estado a oferecer o recenseamento eleitoral via Facebook.

“Estamos entusiasmados que os cidadãos no estado de Washington poderão se registrar para votar e rever informações úteis do voto no Facebook”, disse o porta-voz do Facebook Andrew Noyes.
O Estado, o Facebook Inc e a Microsoft Corporation, que desenvolveram a aplicação, têm vindo a colaborar no projeto, disse Hamlin.

Hamlin disse que além de dar ao Facebook permissão para usar nomes e datas de nascimento, os eleitores não precisam se preocupar com suas informações pessoais que estão sendo coletadas pela empresa.


“Você está dando a sua informação para nós, não ao Facebook,” disse ele.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Cientistas criaram a Super Internet.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 8 de Julho de 2012.

Os cientistas da Universidade de Tel Aviv, juntamente com os peritos da Universidade do Sul da Califórnia da Agência Espacial dos EUA (NASA), conseguiram desenvolver uma tecnologia de Internet super-rápida, aumentando a velocidade de transmissão de dados em 3000 vezes.

É notável que anteriormente a NASA já anunciou de ter desenvolvido Internet super-rápida para fins militares, entretanto sua velocidade foi inferior do que a da novidade.

O desenvolvimento deve tornar-se um dos mais populares e vendidos no próximo ano. Os cientistas estão certos que este é um verdadeiro avanço no mundo da alta tecnologia, e é difícil discutir.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A permanente desinformação da humanidade e a guerra anunciada.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 1 de Julho de 2012.


Um planeta vazio de fé, amor, de todo o puro, sagrado, generoso, verdadeiro e desinteressado – é simplesmente uma concha do mundo dispersa entre as estrelas do universo depois de apartar-se de seu destino mais nobre desenhado por seu Criador (Marie Corelli, “Barrabas – Um Sonho da Tragédia do Mundo”, 1893).

O Século XXI entrará na história como um período da crucificação da verdade e da exaltação da mentira e a guerra como símbolos do desenvolvimento da humanidade e da paz.

O vemos diariamente nas telas da TV, nas páginas dos periódicos, no Twitter,  no Facebook, no cinema e haverá de ter um determinado nível de conhecimento para discernir a verdade entre a avalanche de informação que persegue cada ser humano em todas as partes do planeta. Parece que a humanidade vive simultaneamente em dois universos paralelos: um real e o outro criado pelos meios de comunicação globalizada de acordo às orientações que recebem dos ricos e poderosos do nosso globo terrestre.

Os direitos humanos, segundo o filósofo italiano Constanzo Preve, representa “uma ideologia de geometria variável porque os que decidem o que é humano e o que não é, são oligarquias econômicas dando ordens aos seus executivos: professores, universitários e os periodistas”, eles são os que se encarregam do conteúdo da informação que a sociedade deve saber para poder manipula-la. Já em 1928, o pai das relações públicas modernas, o austríaco judeu de nascimento e norteamericano nacionalizado Edward L. Barnays escreveu um ensaio “A Propaganda” que não só se converteu no livro de mesa do ministro de propaganda nazista Joseph Goebbels senão de todos os assessores dos presidentes norte-americanos e europeus.

Na página 4 de seu livro dizia Bernays que “a manipulação consciente e inteligente dos hábitos e opiniões das massas é um importante elemento na sociedade democrática. Os que manipulam este mecanismo oculto da sociedade constituem um governo invisivel que exerce o verdadeiro poder real no país. Estas pessoas que nos governam e das quais nunca temos ouvido falar, moldam nossas mentes, definem nossos gostos e determinam nossas ideais. Assim está organizada cada sociedade democrática”.

Com todas estas esclarecimentos é fácil entender por que os governos democráticos da União Europeia e dos EUA nunca condenaram nem declararam que foi um massacre a morte de 170 civis na província de Helmand, Afeganistão depois do bombardeio das forças aliadas, nem tampouco foi um crime o assassinato de 60 crianças na aldeia de Azizabad em 2008 ou a morte de 100 civis em cinco de Maio de 2009 em Bala Baluk pelas bombas da OTAN. Para os meios de comunicação globalizada foi um simples “erro” militar e os falecidos eram   “vítimas colaterais”.  No entanto, a recente matança em Hula, Síria, até agora não esclarecida e condenada pelo mesmo governo deste país,  de 108 civis e desses 49 crianças e 34 mulheres foi denunciada em seguida pela União Europeia e os EUA como um “massacre” perpetrado a propósito pelo governo Sírio sob o mando de Bashar al-Assad. E para agravar a acusação a agencia britânica BBC News usou uma foto tirada no Iraque em 2003 apresentando-a como um testemunho do massacre na localidade de Hula.

A imagem foi posteriormente retirada pela BBC mas a indignação que produziu na opinião pública mundial contra o regime de Bashar al-Assad já tem produzido seu efeito na mente dos espectadores e facilitou a condenação dos países membros da OTAN e sua predisposição à intervenção militar na Síria. A nenhum dos editores globalizados lhes ocorreu  acordar-se da famosa declaração do general aposentado norte-americano Wesley Clark en Maio de 2011, quando revelou que já aos finais dos anos 1990 Estados Unidos tinha planejado invadir sete países: Iraque, Líbia, Somália, Líbano, Síria e Irã. A Síria para o poder globalizado não somente representa a porta de entrada para o Irã mas à Ásia. Não por acaso dizia a imperatriz russa Catalina a Grande que a partir da Síria se teria em suas mãos “a chave da Casa da Rússia”.

Todavia ha algo mais. Segundo o Washington Institute for Near East Policy a bacia do Mediterrâneo contêm grandes depósitos de gás, três quartos dos quais pertencem à Síria. Dai fica claro o panorama e a declaração de Barack Obama durante a última reunião em Davos do Grupo 20 de que “Bashar al-Assad deve deixar o poder”.  Para acelerar este processo o Ocidente está armando a guerrilha por meio do Qatar, Arábia Saudita e Turquia, segundo a publicação israelense Debkafile com os mísseis anti-tanques 9K 115 – 2 Mets – M  e Kornet E e com explosivos IED para instalar nas carreteiras. Também já estão operando ali as forças especiais da OTAN cuja consigna oficial é “De Opresso Liber” (Liberar aos Oprimidos),  13 dos quais pertencentes às forças francesas foram capturados pelo exército sírio em março de 2012.

Tudo isso está silenciado pela imprensa, tal como a última idéia da OTAN de mandar 5.000 soldados armados sob a bandeira da ONU com o pretexto de proteger os depósitos de armas químicas e bacteriológicas das mãos da al-Qaeda que já está operando na Síria. A DEBKAfile cita em sua publicação de 21 de Maio que supostamente Barack Obama comentou durante uma de suas conversações com Vladimir Putin que se um barril de antrax chega aos terroristas que operam no Cáucaso, milhões de russos poderiam morrer.

Assim opera a propaganda criando insegurança e medo ao terror, tanto à nível individual como coletivo para poder alcançar seus propósitos. Pelo momento tanto a China como a Rússia reprovam por unanimidade qualquer possibilidade de intervenção militar na Síria, e Barack Obama espera convencer Vladimir Putin durante seu próximo encontro em Junho no México no encontro do G20 para abrandar a posição russa no que diz respeito a Bashar al-Assad.  Nada se sabe o que pode acontecer,  mas tanto a Rússia como a China sabem que  qualquer ação bélica da OTAN tratando de reproduzir a variante líbia na Síria afetaria dramaticamente os interesses nacionais destes dois países e os debilitaria em termos geoestratégicos.

O mundo inteiro nas garras da desinformação programada está observando e em especial, na América Latina o desenrolar dos acontecimentos na Síria porque sabe que cada avanço da OTAN, que representa o poder globalizado, no Oriente Médio pelo domínio de recursos energéticos, aproximasse mais a possibilidade de futuras intervenções na América Latina cujas riquezas naturais superam com às do Oriente Médio. Por isso nunca cessa a campanha propagandística contra os países da ALBA.  Há anos a obsessão da imprensa globalizada foi a morte de Fidel Castro. Agora o deixaram em relativa paz trasladando sua atenção sinistra a Hugo Chávez e à Venezuela.

Tal é o grau de cálculo dos manipuladores da informação  que até ousam convencer aos periodistas sérios e com mais de 50 anos de experiência, como o norteamericano Dan Rather, quem já previu que o atual presidente da Venezuela morrerá na véspera das próximas eleições presidenciais.

A máquina propagandística nunca para e o único antídoto para a desinformação é o conhecimento. Já dizia Sócrates: “só há um bem: o conhecimento. Só há um mal: a ignorância’’.

fonte: Ria Novosti

sábado, 30 de junho de 2012

Internet sem algemas: é preciso lutar para mantê-la aberta e livre.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 28 de Junho de 2012. 





A internet se encontra numa encruzilhada. Construída de baixo para cima, impulsionada pelas pessoas, ela se tornou um poderoso econômico e uma força social positiva Mas seu sucesso produziu uma reação preocupante. Em todo o mundo, regimes repressores estão implementando ou propondo medidas que restringem a liberdade de expressão e afetam direitos fundamentais.

O número de governos que censuram o conteúdo da internet aumentou agora para 40; em 2002, eram apenas quatro. E este numero continua a aumentar, ameaçando acabar com a internet como conhecemos ate o momento.


Algumas destas medidas são uma reação aos vários males que podem ser e vem sendo propagados pela rede. Como praticamente todas as infraestruturas, a internet pode ser abusada e seus usuários, prejudicados. Entretanto precisamos tomar cuidado para impedir que a cura para tais males seja mais prejudicial do que benéfica. Os benefícios da internet aberta e acessível são quase incalculáveis e a sua perda causaria um grande estrago econômico e social.

Diante deste contexto, uma nova frente na batalha pela internet está sendo aberta na União Internacional das Telecomunicações (ITU, em inglês), organização das Nações Unidas que tem 193 países membros.


Ela está promovendo uma revisão dos acordos internacionais que governam as telecomunicações e pretende expandir sua autoridade reguladora para a internet numa reunião de cúpula marcada para dezembro em Dubai.

Tal decisão traz implicações potencialmente profundas – e, segundo creio, potencialmente prejudiciais – para o futuro da internet e todos os seus usuários. 
No momento a ITU se concentra nas redes de telecomunicações e na alocação de frequências de radiodifusão, e não na internet em si.


Alguns membros pretendem, expandir a abrangência do tratado que rege a organização de modo a incluir a regulação da internet. Cada um dos 193 países membros tem direito a votar, independentemente do seu histórico de respeito aos direitos humanos – e basta uma maioria simples para aprovar a mudança. As negociações ocorrem em geral entre os governos, e o acesso a elas é muito limitado para a sociedade civil e outros observadores. Quando ajudei a desenvolver os padrões abertos que os computadores empregam para se comunicarem uns com os outros pela rede, tive a esperança – sem poder prevê-la – de que ela florescesse , desencadeando uma torrente de engenhosidade humana. Qual foi o molho secreto que levou ao seu sucesso? A prosperou precisamente por que os governos – na grande maioria dos casos – permitiram que a internet crescesse de maneira orgânica, com a sociedade civil, a academia, o setor privado e corpos voluntários de padronização colaborando no seu desenvolvimento, operação e governança.


Em comparação, a ITU cria barreiras significativas para a participação da sociedade civil. Agência especializada vinculada à ONU ela nasceu da antiga União Telegráfica Internacional, fundada em 1865. O tratado que rege a agência, que recebeu sua última emenda em 1988, definiu práticas que quase não afetaram a internet. Embora muitos governos estejam comprometidos com a manutenção de regimes flexíveis para as tecnologias em rápido movimento da internet, outros manifestaram explicitamente o desejo de instalar um grupo intergovernamental, possivelmente vinculado à ONU, no controle da rede.


Há um ano, o então primeiro ministro Vladimir Putin declarou que a Rússia e seus aliados tinham o objetivo de “estabelecer o controle internacional sobre a Internet” por meio da ITU. E, em setembro de 2011, China, Rússia, Tajiquistão e Usbequistão apresentaram à Assembleia Geral da ONU uma proposta para a criação de um “Código Internacional de Conduta para a Segurança da Informação”, com a meta de definir “normas e regras internacionais padronizando o comportamento dos países com relação à informação e ao ciberespaço” nos termo determinados pelo governo.


Boatos a respeito da existência de propostas semelhantes dentro da própria ITU chegaram ao público. Vários regimes autoritários estariam propondo o fim do anonimato na rede, facilitando a localização e a prisão de dissidentes. Outros sugeriram transferir para a ONU o controle do sistema privado que administra os nomes dos domínios e os endereços da internet. Propostas desse tipo sugerem a perspectiva de políticas que permitiriam o controle dos governos, mas que diminuiriam consideravelmente a “inovação sem permissões” subjacente ao extraordinário crescimento econômico decorrente da internet, para não falar no atropelamento dos direitos humanos. Alguns países se mostraram simpáticos a tais propostas. Eles se preocupam com o papel desproporcional que os Estados Unidos desempenham na determinação da direção e do desenvolvimento das políticas para a internet. Alguns acreditam que o status quo favorece os interesses das grandes empresas globais da internet. Outros acreditam que a ITU pode acelerar o acesso à internet no mundo em desenvolvimento.


As decisões adotadas em Dubai no ultimo mês de dezembro têm o potencial de submeter a internet às algemas do governo. Para evitar isso – e manter a internet aberta e livre para as próximas gerações temos de evitar uma guinada fundamental na maneira com a qual a internet é governada.

Incentivo todos a agirem agora: temos que insistir para que o debate a respeito da gestão da internet seja transparente e aberto para todos os envolvidos.

Autor: Vinton Cerf – principal evangelista do google, reconhecido como um dos “pais da internet”, ao lado do cientista da computação Bob Kahn.

Tradução de Augusto Calil

Fonte: Matéria publicada em O Estado de São Paulo em 18/06/2012.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Google esconde conexões com serviços secretos dos EUA.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 25 de Junho de 2012.


O Tribunal de Apelações do Distrito de Colúmbia nos Estados Unidos apoiou a decisão da Agência de Segurança Nacional (NSA na sigla inglesa) de não publicar documentos que comprovem ou refutem sua conexão com a corporação Google.

O caso foi a tribunal devido à exigência do Centro de Proteção de Dados Eletrônicos Pessoais (EPIC na sigla inglesa) de divulgar informações sobre o tipo de cooperação existente entre a empresa e o serviço de inteligência. Em particular, a organização estava interessada nos detalhes da relação da NSA com a Google no caso de hackeamentos em massa de contas de ativistas civis chineses no serviço de correio eletrônico Gmail em janeiro de 2010. Na altura, Google disse que pediu ajuda às autoridades americanas, das quais a NSA, obviamente, faz parte.

Mais tarde, o ex-chefe da Agência, Mike McConnell, disse que as relações entre o serviço de inteligência e empresas privadas, como o Google, são inevitáveis. No entanto, a própria agência nem confirmou, nem negou as informações sobre a existência de tais vínculos com a corporação.
Em sua decisão, o tribunal declarou que a publicação de documentos sobre as relações entre os serviços secretos e a empresa pode prejudicar a segurança nacional dos EUA [1]

Gestora de topo do Pentágono vai para o Google

A diretora da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA, na sigla inglesa) junto ao Ministério de Defesa dos EUA, Regina Dugan, aceitou a oferta de trabalho do Google. Ela irá se juntar à alta administração da empresa, mas ainda não se sabe qual o posto que irá ocupar.

Regina Dugan era diretora da DARPA desde julho de 2009. Nesta posição, ela deu muita atenção a questões eletrônicas e procurou estabelecer contato com a comunidade hacker.[2]

Fonte [1]: Voz da Rússia
Fonte [2]: Voz da Rússia

Leia mais sobre o assunto pesquisando no canto superior direito nesse blog os temas: internet, espionagem, espionagem pessoal 

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Conteúdos do Google com críticas em relação a governos são censurados.


Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 20 de Junho de 2012.


Os governos de diferentes países estão tentando cada vez mais remover da rede determinados conteúdos – informa o relatório anual publicado hoje pela empresa Google sobre a transparência do espaço de rede.

Conforme o documento, um grande número de pedidos de remoção de conteúdos- especialmente vídeo – chegou no último ano de Estados democráticos, que não são geralmente associados a práticas de censura. Assim, as autoridades de Espanha pediram ao Google que retirasse 270 referências de blogs e de publicações na imprensa com críticas em relação às autoridades. O governo dos EUA pediu a remoção de mais de 200 referências, mas a empresa eliminou apenas 40% dos pedidos.

A empresa declinou o pedido do Paquistão a retirar da pesquisa do motor os links de seis filmes com paródias em relação às mais altas autoridades do Estado.



Leia mais sobre o assunto pesquisando no canto superior direito nesse blog os temas: bloqueio da internet, censura, redes sociais, internet

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Destruição do mundo digital custa 100 milhões de dólares.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 13 de Junho de 2012.


Uma epidemia de grande escala, que pode pôr fim àquele “mundo que nós conhecemos”, ameaça a humanidade. Esta declaração foi feita pelo fundador de um dos laboratórios de luta contra os vírus mais famoso na Rússia, Evgueni Kaspersky.

A razão dos receios é o vírus Flame, encontrado há pouco em 600 computadores no Próximo e Médio Oriente. Como afirmaram os representantes da companhia Kaspersky Lab, este é o vírus mais forte e complicado entre aqueles que já existiram no mundo. O programa danificante pode interceptar o tráfico, roubar dados e até gravar as conversas.

Agora este vírus pode ser criado por muitos países. O projeto foi avaliado por Kaspersky no valor de 100 milhões de dólares.

Fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Uma guerra civilizada: seria isso possível?

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 12 de Junho de 2012.

O mundo ameaçado pela corrida de armamentos virtuais.

Nick Harvey, ministro das Forças Armadas britânico, declarou que ataques cibernéticos a países inimigos poderiam ser um meio “mais civilizado” das hostilidades, caso o Governo considerar que esta opção acarretaria menos vítimas.

Espera-se que no futuro as operações no espaço cibernético desempenhem um papel cada vez maior nos conflitos bélicos, disse Harvey, discursando na cimeira anual de segurança, em Singapura. Segundo o político, tal perspetiva desafiará não só as Forças Armadas como também a sociedade, em geral. Na opinião do ministro, os ataques cibernéticos permitem assestar golpes relativamente baratos aos países que possuem consideráveis armamentos convencionais.

O ministro da Defesa da Malásia, Ahmad Zahid Hamidi, disse, por sua vez, que as guerras cibernéticas poderiam desencadear uma corrida armamentista virtual.

sábado, 2 de junho de 2012

EUA introduzem controle total da Internet.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 31 de maio de 2012.


Mesmo tendo paranóia, tal não significa que não pode ser espiado, pelo menos na Internet. Se tiver uma saúde de ferro, pelo visto, é espiado de qualquer jeito.


Se tiver dúvidas, basta conhecer a lista de palavras utilizadas pelo Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos Estados Unidos (The Department of Homeland Security) para monitorar sítios e redes sociais na Internet.




No sábado passado (27-05-12), o jornal britânico The Daily Mail publicou esta lista, comunicando que o MSN foi obrigado a divulgar este documento após uma exigência da organização de interesse público Electronic Privacy Information Center (Centro Informativo de Proteção da Privacidade na Rede).




A lista, composta por centenas de palavras e frases feitas, é impressionante. Seria difícil imaginar que o emprego de tais palavras como “México” ou “China” por particulares no Facebook seja captado por programas especiais. A lista inclui praticamente todo o Oriente Médio e Extremo Oriente – Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Iêmen, assim como a Coréia do Norte, Colômbia e Somália.


O princípio de seleção é compreensível: a lista é dividida em tais categorias como “segurança interna”, “segurança nuclear”, “saúde e gripe aviária”, “segurança de infraestruturas”, “terrorismo” e outras. Compreende-se também a presença de expressões e palavras-chave, tais como “bomba suja”, “reféns”, “sarin”, “jihad”, “Al-Qaeda”. Mas ao lado encontram-se palavras do léxico habitual de qualquer usuário pacífico da Internet – “nuvem”, “neve”, “carne de porco”, “químico”, “ponte”, “vírus”…




Pode ficar sob vigilância o autor de um posts sobre o Smart, carro popular na Europa, ou aquele que mencione a história de Caim e Abel. Destaque-se que é monitorizado o próprio termo “rede social”, ligado praticamente a tudo que é utilizado pela rede mundial.


Os peritos do Electronic Privacy Information Center consideram que a lista inclui muitas palavras que podem ter sentidos diferentes, o que ameaça as garantias concedidas pela Primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proclama a liberdade de expressão.




O Ministério de Segurança Nacional aceita em certo grau estas críticas. Segundo o secretário de imprensa do departamento, Matthew Chandler, é necessário considerar os algoritmos de programas de pesquisa. Ao mesmo tempo, em entrevista à edição eletrônica Huffington Post, Chandler declarou que a atividade do monitoramento da Internet se encontra na etapa inicial, sendo voltada para prevenir o terrorismo e controlar cataclismos naturais. Por outro lado, o responsável rejeitou liminarmente as suspeitas de o ministério ter utilizado as suas potencialidades para controlar a dissidência. Contudo, a julgar pela atividade do Electronic Privacy Information Center, nem todos concordam com ele.


Ao mesmo tempo, o monitoramento da Internet e das redes sociais seria muito difícil sem a interação com líderes das tecnologias informativas. A Forbs escrevia neste contexto que, pelos vistos, o Ministério de Segurança Nacional tem certos acordos com tais companhias como Google, Facebook, Twitter e outras que permitem obter acesso a alguns programas de computador e controlar a Internet em regime próximo de tempo real.



Entretanto, as maiores companhias dispõem de informações gigantescas sobre os clientes de seus produtos. No ano passado, tornou-se pública uma investigação do Wall Street Journal, segundo a qual o Google e a Apple recolhem, como se verificou, a informação sobre a localização de seus clientes não apenas através de gadgets portáteis, mas também com a ajuda de PC. Segundo a edição, a Apple guarda os dados sobre deslocações de seus usuários através de seus computadores Macintosh ligados à rede Wi-Fi. O Google faz o mesmo através de PC, cujos proprietários entram na Internet através do browser Google Chrome. Como destaca o jornal, as duas companhias declaram que a conservação destes dados é estritamente confidencial e que elas “não têm quaisquer intenções secretas”.

Mas tal significa que de qualquer modo você é espiado.


Pergunte-se, contudo, qual será a abrangência geográfica de tais potencialidades deste Big Brother, descritas ainda em 1949 no romance de George Orwell “1984”.




Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, declarou que especialistas invadiram o site da Al-Qaeda no Iêmen e lá instalaram sua informação. Esta declaração foi qualificada como o primeiro reconhecimento de que os Estados Unidos efetuam operações cibernéticas. Mas, o importante é envergadura global desta atividade, que não reconhece fronteiras e barreiras linguísticas.[1]


FBI criou divisão para monitorar comunicações na Internet


O Departamento Federal de Investigação dos EUA formou uma divisão especial designada Centro da Assistência das Comunicações Internas (Domestic Communications Assistance Center, ou DCAS), cuja missão é o desenvolvimento e aplicação de software e hardware para controlar as comunicações na Internet.




O site CNET de 4 de maio deste ano, publicou informações de que o Departamento oferece a uma série de conhecidas redes sociais, companhias fornecedoras de serviços de internet, incluindo hospedagem de email, para instalarem no seu software backdoors para a vigilância oculta da troca de informações. O projeto tem o nome "Lado Negro da Força" (Going dark) e foi financiado pelo Senado dos EUA em $ 54 milhões. Muitas pessoas consideram a criação da divisão DCAS como continuação deste projeto.[2]

[1] Autor: Andrei Iliachenko || fonte: Voz da Rússia

[2] fonte: Voz da Rússia

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Russos descobrem sofisticado virus de computador e causa temor internacional.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 30 de maio de 2012.
 

Arma cibernética mais letal da história, segundo analistas, afeta sistemas no Oriente médio.

Um dos vírus mais sofisticados da história da informática atingiu uma série de computadores ao redor do Oriente Médio com a intenção de espionagem e sabotagem de órgãos governamentais e militares. A descoberta foi feita pela empresa de segurança cibernética Kaspersky Lab, da Rússia, que ainda tenta decodificar o programa capaz de infectar algumas das máquinas mais protegidas do mundo.

De acordo com especialistas russos, o vírus, denominado Flame, é bem mais poderoso que o Stuxnet, responsável por sabotagens no programa nuclear iraniano entre 2009 e 2010. " Essa é a arma cibernética mais sofisticada criada em toda a história", declarou a empresa em comunicado.

A suspeita, assim como no caso anterior, é de que um Estado esteja por trás do desenvolvimento do programa. Os alvos são Irã, Arábia Saudita, Síria, os territórios Palestinos, Líbano e Egito, levando alguns alguns analistas a afirmar que os serviços de espionagem de Israel e dos EUA sejam os responsáveis pelo desenvolvimento do vírus.

Responsabilidade

No caso do Stuxnet, os israelenses nunca confirmaram e tampouco negaram o envolvimento na ação que danificou algumas centrífugas iranianas.

 vírus, segundo a Kaspersky, é capaz de coletar e deletar informações, além de conseguir ativar microfones de outros computadores que, mesmo desligados, podem gravar a conversa de pessoas.

"É fantástica e incrível a complexidade do vírus. A quantidade de códigos é tamanha que ninguém detectou a existência do Flame em dois anos", afirmou Alexander Gostev, chefe de segurança da empresa russa. De acordo com ele, a Kastersky Lab, que é uma das mais conceituadas do mundo, "demorou seis meses para analisar o Stuxnet".

Na avaliação de Gostev, o Flame, "é 20 vezes mais complexo" do que o Stuxnet, "Acho que precisaremos de pelo menos 10 anos para entender tudo", acrescentou o analista ao comentar sobre a nova arma cibernética, que também é conhecida como Wiper ou Viper, apesar de alguns analistas, incluindo os da Kaspersky, os colocarem em grupos separados.

O ministério do Petróleo do Irã, país que foi alvo de 198 ataques do Flame, pediu para que a União de Telecomunicações Internacional da ONU investigue ataques contra seus sistemas, incluindo roubo de dados.

Instalação

De acordo com os russos, o vírus instala, inicialmente, um programa de 6 megabites, antes de contaminar o computador com o restante. eles não sabem, no entanto como a arma cibernética atinge as máquinas. [1]

Futuro programa autônomo

Durante o maior torneio de Nerds programadores para universitarios de todo o mundo, o ICPC, que ocorreu na Polônia, a equipe campeã da Universidade Estadual da Informação, Mecânica e Ótica de São Petersburgo, na Rússia, teve como destaque o brilhante Evgeny Kapun. Aos 22 anos Evgeny é bicampeão mundial do ICPC, venceu em 2009 e este ano. O russo começou a programar aos 7 anos, com a ajuda de um amigo do pai. Prestes a se formar, ele quer fazer pós na mesma faculdade. Seu objetivo é desenvolver um programa que permita eliminar o fator humano na programação de computadores. [2]

Fonte[1]: Jornal O Estado de São Paulo, 29 de maio de 2012
Autor Gustavo Chacra, correspondente em Nova York

Fonte[2]: Caderno Estadão.edu
Autor: Carlos Lordelo, enviado especial a Varsóvia

Descoberto vírus que durante 5 anos roubou dados no Oriente Médio.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 29 de maio de 2012.

Especialistas na área de segurança de computadores informaram que tinham encontrado um malware, que durante cerca de 5 anos reunia informações confidenciais de computadores em todo o Oriente Médio.


Como  anunciou o representante da companhia russa Kaspersky Lab, um vírus de computador, chamado Flame, roubava os dados de várias formas, incluindo imagens dos monitores, registros de conversas com os microfones ligados, cópia da correspondência do serviço de mensagens instantâneas.

O worm atacou sistemas privados, comerciais e governamentais. Entre os países atacados estão o Irã, Israel, Sudão, Síria, Líbano, Arábia Saudita e Egito. Segundo o perito, a envergadura e complexidade da estrutura do vírus sugere que o seu desenvolvimento tenha envolvido um governo.

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