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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Diplomático àrabe consente o uso de ação militar contra o Iran.

    Yousef al-Otaiba, embaixador dos Emirados Árabes Unidos (EAU), nos Estados Unidos, apoiou o uso da força militar contra o Irã se as sanções econômicas contra o regime iraniano não forem eficazes que segue o seu programa nuclear, escreve a imprensa americana.

  O diplomata árabe se pronunciou por uma solução militar em uma entrevista com Jeffrey Goldberg, um correspondente do jornal The Atlantic, que revelou a notícia em seu blog. Al-Otaiba declarou que os Emirados concluem que "parece ser melhor uma ação militar contra o programa nuclear do Irã que o programa em si."

  Disse que o Irã é o único país regional que representa uma ameaça para os Emirados Árabes Unidos, pelo que lhes "interessa muito que não adquiram tecnologias nucleares."

EUA inicia retaliações ao Brasil no texto de sanções ao Irã

  Por conta do apoio irrestrito do Brasil ao polêmico programa nuclear iraniano, o Congresso Americano aprovou lei de sanções contra o Irã, incluindo, pela primeira vez, restrições à venda de etanol a Teerã, em um claro e direto recado ao governo brasileiro de que vai custar caro o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo dos aiatolás.

  Cravada em meio ao texto do projeto de lei de 41 páginas, que será assinada pelo presidente Barack Obama nos próximos dias, há uma ordem explícita para o governo americano monitorar as exportações de etanol para o Irã.

  Segundo o texto, o presidente americano fica obrigado a entregar um relatório para o Congresso 90 dias após a publicação da lei de sanções, sobre os investimentos no setor de energia do Irã, que incluam "uma estimativa do volume de recursos energéticos, incluindo etanol, que o Irã importou durante o período".

  No relatório, deverá conter, também, uma "lista de todos os projetos, investimentos e parcerias fora do Irã que envolvam entidades iranianas em parceria com entidades de outros países, incluindo identificação das entidades dos outros países." Isso vai valer para qualquer negócio feito a partir de janeiro de 2006.

  O deputado democrata Eliot Engel, líder da Subcomissão do Hemisfério Ocidental da Câmara dos Representantes, deixou claro que o texto tinha endereço certo: "Quero manifestar meu apoio à seção da lei que exige um relatório sobre exportações de energia para o Irã”.

  Engel disse que os “EUA e o Brasil são os maiores produtores de etanol do mundo e fiquei feliz de ouvir dos produtores brasileiros que eles não têm planos de fornecer etanol para o Irã. É por isso que a lei é importante, precisamos continuar monitorando essa área, já que exportações de etanol podem enfraquecer as sanções contra o setor de energia do Irã”.

  Segundo uma fonte do Congresso americano, o estabelecimento do relatório é o primeiro passo para uma emenda que pode incluir o etanol na lista dos produtos cuja venda para o Irã estará proibida.

  O governo americano já havia indicado claramente que se opõe ao possível interesse brasileiro de fornecer etanol aos iranianos. "Qualquer iniciativa que burle as sanções prejudica nosso objetivo, e, portanto, então não é uma boa idéia", disse um alto funcionário da Casa Branca.

  Caso a Petrobrás decida revender etanol brasileiro para os iranianos, a estatal brasileira poderá ser alvo de retaliação de Washington. Procurada, a estatal, por intermédio de sua assessoria, assegurou que não tem planos imediatos de negociar o produto com o Irã.

Assim como a assessoria da Petrobrás, Adhemar Altieri, porta-voz da Única, entidade que representa os produtores brasileiros de etanol, disse que não há projeto nem de curto nem de longo prazo para exportar etanol para o Irã.

  Entretanto, o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva Lula parece disposto a enfrentar o governo Barack Obama quanto a exportar etanol para o Irão, caso seja do interesse de Teerã. "Não vamos discriminar ninguém na hora de exportar etanol. Vamos exportar etanol para qualquer país que queira, nossa prioridade é abrir mercados", declarou uma fonte do governo brasileiro em reportagem publicada no PRAVDA.


Leia em PRAVDA

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