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sexta-feira, 25 de junho de 2010

A indústria do cinema americano é perigosa.


  A indústria do cinema americano é perigosa. Cria xenófobos, estereótipos nacionais ou culturais, constrói imagens de uma ameaça externa, o "eles" que justifica o "nós", neste caso os Estados Unidos. A recente ameaça é a Rússia no remake da MGM de Red Dawn. 

  Red Dawn (A Alvorada Vermelha) foi uma chicotada infantil, devotada a fornecer um ímpeto de adrenalina para desafiar a opinião de pessoas simplórias culturalmente, feita em 1984 (previsivelmente), representando a União Soviética e Cuba como os vilões e os Estados Unidos da América, como o herói. Mas desta vez os vilões são a República Popular da China e naturalmente a ameaça eterna - a Rússia.

  Na nova versão, que sai no Novembro, os EUA retiram-se do Iraque e concentram-se na ilha da sua aliada Taiwan, enfrentando uma ameaça de terra firme da China, dando as boas-vindas à Geórgia na OTAN.

  O que o filme faz, no espaço de algumas horas, é injetar profundamente na psicológico dos cinéfilos um cenário de Guerra Fria atualizado, por meio da recriação de inimigos que nunca existiram, apresentando a justificação de mecanismos de controle através da manipulação do medo. É a encarnação de um poderoso "eles" que justifica o "nós", ou as ações dos EUA.

  Embora não esteja fora do reino da fantasia imaginar que Washington se enfrente contra dois tais colossos militares monumentais, enquanto a aceitação da Geórgia na Otan seria de fato uma decisão tomada por Washington e não uma adesão apoiada pelos sócios da OTAN e, enquanto tal desdobramento não surpreenderia ninguém depois de a OTAN mentir que não se estenderia para o leste, o que tão prontamente fez, Washington sabe muito bem que o seu sucesso em campanhas contra adversários escassamente armados sempre é apenas parcial, abatidos de imediato por submissão aos bombardeios aéreos maciços. A Rússia e China têm músculos e força para lutar. Poderosamente. 

  Apesar de um confronto militar com a Rússia ter como resultado a liquidação total das operações de concentração das tropas da OTAN em qualquer lugar perto das suas fronteiras, em uma salva de mísseis tão densa que iria apagar o Sol, uma campanha simultânea contra a Rússia e a China seria desafiar a lógica. 

A ficção científica. 

  No entanto, não importa se o filme é plausível. A demonização da Rússia e agora da China é um dos pilares da produção cultural e política americana, assim como a difamação do governo iraquiano de Saddam Hussein, sobre acusações tão idiotas e banais, foi uma justificativa para uma campanha militar. 
Em vez de fazer filmes que construam pontes culturais, em vez de educar o público americano, para o que se passa no mundo real exterior, em vez de fazer amizades e neutralizar as tensões, o que faz a MGM? Insulta a Rússia e a China.


Figuras. A questão é colocada, por quê?


Timothy BANCROFT-Hinchey 
Leia o texto original.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Coréia do Norte exige dos Estados Unidos compensação de 65 bilhões de dólares.






  
  As autoridades da Coréia do Norte exigiram da administração de Obama 65 bilhões de dólares como compensação pelo dano sofrido pelo país desde a divisão da península coreana em 1945, informou a AFP.
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  Pyongyang estimou em 26,1 bilhões os danos causados pelos assassinatos, sequestros e desaparecimentos de cidadãos e em 13,7 milhões de euros por prejuízos devido às sanções impostas pelos E.U.A. há 60 anos. A despesa dos bens durante a guerra de 1950-1953 foi estimada em 16,7 bilhões.De acordo com a Coréia do Norte na guerra cairam 1.230.000 de seus cidadãos e 2.460.000 foram feridos. 
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  Mas especialistas independentes dizem que naquela conflagração caiu cerca de dois milhões de pessoas de ambos os lados, incluindo 215 000 norte-coreanos.
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  A divisão da Coreia do Norte e da do Sul ocorreu em 1945, após a derrota do Japão, que ocupou o país durante a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, a URSS e E.U.A. assinaram um acordo sobre a administração conjunta do país. A linha de divisão da influência soviética e E.U.A passou o paralelo 38.
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  Tentativas das autoridades de cada uma das duas Coréias de espalhar a sua influência sobre a outra metade do país provocaram um conflito bélico, onde a parte Sul lutou em nome dos E.U.A e a parte Norte, com apoio da URSS e da China. Esse conflito, conhecido como a Guerra da Coréia terminou em 1953 com a assinatura de um armistício. Seul e Pyongyang não assinaram qualquer tratado de paz até o momento. 
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Venezuela vai nacionalizar plataformas de perfuração de empresa dos EUA.


  CARACAS - O governo da Venezuela, por meio da empresa estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) farão a nacionalização de 11 plataformas de perfuração da empresa norte-americana Helmerich & Payne (HP), diz nesta quinta-feira, 24, o ministro para Energia e Petróleo, Rafael Ramírez.
  O também presidente da PDVSA diz no anúncio durante uma visita no estado ocidental de Zulia, e segundo o comunicado da estatal, destacam que o controle destas plataformas "impulsionará a produção nacional de hidrocarbonetos e fortalecerá a política de plena soberania petrolífera".
  Segundo a nota, Ramírez diz que os equipamentos estão sendo utilizados por "setores adversos" do governo do presidente Hugo Chávez para "tentar boicotar a produção de petróleo no país"
  "Há um setor dono de plataformas que se nega a discutir as tarifas de serviço com a PDVSA, preferindo guardar os equipamentos em Anaco, estado de Anzoátegui, e este é o caso específico da empresa multinacional norte-americana, Helmerich & Payne", diz o ministro
  Ramírez acrescentou que foi solicitado a aprovação de "Declaração de Utilidade Pública" dos equipamentos de perfuração à Assembleia Nacional venezuelana para assumir o controle da plataforma.
Segundo o ministro do Petróleo e da Energia, as plataformas de perfuração estão paralisadas desde há alguns meses, após uma disputa sobre pagamentos em atraso que a HP deve à empresa estatal Petróleos de Venezuela Sociedad Anónima (PDVSA).

Brasil vai retomar conversas com o Irã sobre acordo nuclear.



  A chancelaria iraniana informou ontem que os ministros das Relações Exteriores de Irã, Brasil e Turquia se encontrarão "em breve" para discutir a questão nuclear do país. "O chefe da diplomacia brasileira, Celso Amorim, conversou por telefone ontem com o chanceler iraniano, Manouchehr Mottaki. Eles decidiram discutir, em um encontro entre os três chanceleres, iraniano, turco e brasileiro, os próximos passos do acordo de Teerã", informou uma nota divulgada pela chancelaria. O texto, no entanto, não informa a data do encontro.



  Durante visita oficial a Sofia, na Bulgária, Amorim disse que as sanções do Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU), aprovadas no dia 9 de junho contra o Irã, não deveriam fechar a porta para as negociações. Para o chanceler brasileiro, cabe agora a Teerã esclarecer as preocupações do Ocidente em relação ao plano. "Sabíamos que haveria preocupações. Acho agora que cabe ao Irã reagir a elas", disse Amorim.

  O ministro afirmou que o Brasil está preparado para continuar participando da mediação, mas quer sentir um apoio "genuíno" a seus esforços por parte do Irã e de outros membros do chamado Grupo de Viena, que inclui França, Rússia e Estados Unidos. "O Brasil poderá ter uma participação, caso as partes interessadas solicitem", disse Amorim, antes de deixar a Bulgária rumo à Romênia, onde concluiu um giro pela Europa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Silicon Valley aberta para o conhecimento da Rússia.

  Um centro de desenvolvimento moderno e comercialização de novas tecnologias será construído em Skolkovo, nos arredores de Moscou. Segundo previsões irão trabalharar e residir nesse perímetro entre 25.000-30.000 pessoas . 

  De acordo com o presidente russo para construí-lo, não se deve necessariamente fazer uma cópia carbono do centro americano, mas aproveitar a sua experiência na criação de condições atrativas para a inovação empresarial.

  O presidente Medvedev visitou a Cisco, líder mundial na área de altas tecnologias, onde assistiu à assinatura de um acordo entre a empresa e o fundo de investimento para Skolkovo, o futuro centro de inovação tecnológica da Rússia. 
Essa será a primeira localidade russa em que a Cisco vai aplicar o seu conceito de "cidades inteligentes e conectados à Internet." 

  Na foto, da esquerda à direta, o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, o presidente russo Dmitri Medvedev e o CEO da Cisco, John Chambers, na sede da empresa. 

  Em 23 de Junho, durante sua viagem ao Vale do Silício, o presidente russo, Dmitri Medvedev,  foi o primeiro usuário russo de um iPhone de quarta geração, que lhe deu o chefe da Apple, Steve Jobs. 

Fonte: RIA NOVOSTI

Israel lança com sucesso novo satélite de espionagem.

  Israel lançou com sucesso para o espaço na noite de terça-feira um novo satélite da série Ofek, o nono, numa tentativa de aumentar a respectiva capacidade de espionagem dos países mais distantes da região.

  "O satélite foi lançado e colocado em órbita com um foguete Shavit", indicou o Ministério da Defesa israelita em comunicado, acrescentando que durante os próximos dias "o satélite passará várias provas de validação" para verificar que todos os seus sistemas funcionam correctamente.

  O Ofek-9, fabricado pela Indústria Aeroespacial Israelita (IAI) e dotado de avançados sistemas de fotografia, pertence a uma série de foguetes de baixa altitude que Israel começou a utilizar no final dos anos 80 do século passado.

  O satélite foi lançado desde o polígono experimental partilhado pela IAI e pela Força Aérea em Palmahim, ao sul de Telavive.

  "O lançamento representa uma importante conquista tecnológica", indicou em outro comunicado o ministro da Defesa, Ehud Barak, ao aplaudir a "coragem" e as "aptidões" dos cientistas e técnicos responsáveis. 

  Israel começou a desenvolver os seus próprios satélites de espionagem há mais de 30 anos para não depender das imagens dos Estados Unidos, seu principal aliado, e poder fazer um acompanhamento permanente de países como o Irão, seu principal inimigo.

 Desde as órbitas nas quais se encontram, versões anteriores do satélite dão uma volta à Terra a cada 90 minutos e podem fotografar qualquer objeto com a nitidez equivalente a uma distância entre um e dois metros. 

Fonte: diariodigital.sapo.pt/

terça-feira, 22 de junho de 2010

Voo de testes do PAK T-50, o novo caça de 5ª geração russo.



 O caça de quinta geração T-50, desenvolvido pela empresa russa Sukhoi, realizou em 17 junho de 2010 o seu décimo sexto vôo de testes em Zhukovsky City, nos arredores de Moscou. Com esse voo concluiu-se a primeira etapa de provas de vôo e de solo da nova aeronave.

 O novo caça fez seu vôo inaugural em 29 de janeiro de 2010. A produção em massa deve começar entre 2010 e 2015. Rússia planeja incorporar estas aeronaves em sua Força Aérea em 2013. A nova aeronave foi desenvolvida para substituir os MiG-29 e Su-27 e o departamento militares russo planeja comprar pelo menos 50 aviões caças de quinta geração. 

 A primeira etapa de provas estatais do novo avião será concluída em 2012. Na fase seguinte de testes serão examinados os equipamentos de controle radioeletrônico, os meios de acompanhamento dos espectros ópticos e infravermelhos e o armamento a bordo. 

 As exigências levantadas pelo Ministério da Defesa da Rússia ao novo avião superam as exigências aos aviões de quinta generação fabricados pelos americanos. O T-50 excede em manobrabilidade, armas e autonomia de vôo a seu principal concorrente, o caça americano de quinta geração F-22.

 Os caças de quinta geração se destacam não apenas pela sua versatilidade (capacidade de atacar alvos aéreos e no solo em todas as condições meteorológicas de dia ou de noite), mas também pela sua maneabilidade, baixa detecção ao radar, e possibilidade de decolar e aterrissar em pistas de apenas 300 ou 400 metros de comprimento.

 A aeronave de quinta geração está equipada com aviônica nova, em princípio, que reduz a carga sobre o piloto permitindo concentrar-se na execução das tarefas táticas.

Fonte: http://sp.rian.ru/photolents/20100618/126746771.html


PAK T-50 características
Desenho em diagrama e comparação com F-22
Fotos ilustrativas

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Conheça os Estados Desunidos da América e essa polêmica teoria.


Clique na imagem ou veja em: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/03/24/conheca-os-estados-desunidos-da-america-na-teoria-de-um-russo-754965406.asp

Total de ogivas nucleares dos EUA é divulgado pela 1ª vez.

E as razões de Armadinejad ?..


 WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos divulgaram pela primeira vez o tamanho do seu arsenal nuclear: 5.113 ogivas operacionalmente mobilizadas, mantidas na reserva ativa ou armazenadas de forma inativa.

 Conforme os dados do Pentágono, o arsenal nuclear do país chegou a 31.225 ogivas no ano fiscal de 1967, e desde então foi reduzido em 84 por cento. 

 O total revelado pelo Pentágono não inclui ogivas "aposentadas" ou destinadas ao desmanche, cerca de 4.600, segundo a ONG Federação dos Cientistas Americanos.

 Analistas dizem que os Estados Unidos estão tentando enfatizar a redução do seu arsenal visando motivar outros países a adotar uma postura de não proliferação nuclear.

 "É enormemente importante para os Estados Unidos conseguirem dizer: 'Olhem, estamos cumprindo nossas obrigações sob o TNP'", disse Hans Kristensen, diretor do Projeto de Informação Nuclear da Federação dos Cientistas Americanos. Só assim, segundo ele, Washington conseguirá convencer outros países a adotar novas medidas para limitar a proliferação.

 Outros analistas, no entanto, acham que a divulgação da cifra pode ter efeito contrário, demonstrando que, duas décadas após o fim da Guerra Fria, os Estados Unidos ainda preservam milhares de armas nucleares.

 Historicamente, o tamanho total do arsenal nuclear dos EUA era mantido em sigilo para impedir que adversários usassem essa informação para tentar neutralizá-lo de modo mais preciso. Para analistas, a manutenção dessa postura até agora era uma relíquia da Guerra Fria.

(Reportagem de Arshad Mohammed e de Phil Stewart)

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/mundo_eua_nuclear_ogivas

Quadro comparativo das potências nucleares e suas ogivas estocadas. Divulgado em 2009 por Union Concerned Scientists e disponível em: www.ucsusa.org/nuclear_weapons_and_global_security/nuclear_weapons/technical_issues/worldwide-nuclear-arsenals.html

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