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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Coréia do Norte exige dos Estados Unidos compensação de 65 bilhões de dólares.






  
  As autoridades da Coréia do Norte exigiram da administração de Obama 65 bilhões de dólares como compensação pelo dano sofrido pelo país desde a divisão da península coreana em 1945, informou a AFP.
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  Pyongyang estimou em 26,1 bilhões os danos causados pelos assassinatos, sequestros e desaparecimentos de cidadãos e em 13,7 milhões de euros por prejuízos devido às sanções impostas pelos E.U.A. há 60 anos. A despesa dos bens durante a guerra de 1950-1953 foi estimada em 16,7 bilhões.De acordo com a Coréia do Norte na guerra cairam 1.230.000 de seus cidadãos e 2.460.000 foram feridos. 
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  Mas especialistas independentes dizem que naquela conflagração caiu cerca de dois milhões de pessoas de ambos os lados, incluindo 215 000 norte-coreanos.
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  A divisão da Coreia do Norte e da do Sul ocorreu em 1945, após a derrota do Japão, que ocupou o país durante a Segunda Guerra Mundial. Mais tarde, a URSS e E.U.A. assinaram um acordo sobre a administração conjunta do país. A linha de divisão da influência soviética e E.U.A passou o paralelo 38.
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  Tentativas das autoridades de cada uma das duas Coréias de espalhar a sua influência sobre a outra metade do país provocaram um conflito bélico, onde a parte Sul lutou em nome dos E.U.A e a parte Norte, com apoio da URSS e da China. Esse conflito, conhecido como a Guerra da Coréia terminou em 1953 com a assinatura de um armistício. Seul e Pyongyang não assinaram qualquer tratado de paz até o momento. 
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Venezuela vai nacionalizar plataformas de perfuração de empresa dos EUA.


  CARACAS - O governo da Venezuela, por meio da empresa estatal Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA) farão a nacionalização de 11 plataformas de perfuração da empresa norte-americana Helmerich & Payne (HP), diz nesta quinta-feira, 24, o ministro para Energia e Petróleo, Rafael Ramírez.
  O também presidente da PDVSA diz no anúncio durante uma visita no estado ocidental de Zulia, e segundo o comunicado da estatal, destacam que o controle destas plataformas "impulsionará a produção nacional de hidrocarbonetos e fortalecerá a política de plena soberania petrolífera".
  Segundo a nota, Ramírez diz que os equipamentos estão sendo utilizados por "setores adversos" do governo do presidente Hugo Chávez para "tentar boicotar a produção de petróleo no país"
  "Há um setor dono de plataformas que se nega a discutir as tarifas de serviço com a PDVSA, preferindo guardar os equipamentos em Anaco, estado de Anzoátegui, e este é o caso específico da empresa multinacional norte-americana, Helmerich & Payne", diz o ministro
  Ramírez acrescentou que foi solicitado a aprovação de "Declaração de Utilidade Pública" dos equipamentos de perfuração à Assembleia Nacional venezuelana para assumir o controle da plataforma.
Segundo o ministro do Petróleo e da Energia, as plataformas de perfuração estão paralisadas desde há alguns meses, após uma disputa sobre pagamentos em atraso que a HP deve à empresa estatal Petróleos de Venezuela Sociedad Anónima (PDVSA).

Brasil vai retomar conversas com o Irã sobre acordo nuclear.



  A chancelaria iraniana informou ontem que os ministros das Relações Exteriores de Irã, Brasil e Turquia se encontrarão "em breve" para discutir a questão nuclear do país. "O chefe da diplomacia brasileira, Celso Amorim, conversou por telefone ontem com o chanceler iraniano, Manouchehr Mottaki. Eles decidiram discutir, em um encontro entre os três chanceleres, iraniano, turco e brasileiro, os próximos passos do acordo de Teerã", informou uma nota divulgada pela chancelaria. O texto, no entanto, não informa a data do encontro.



  Durante visita oficial a Sofia, na Bulgária, Amorim disse que as sanções do Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU), aprovadas no dia 9 de junho contra o Irã, não deveriam fechar a porta para as negociações. Para o chanceler brasileiro, cabe agora a Teerã esclarecer as preocupações do Ocidente em relação ao plano. "Sabíamos que haveria preocupações. Acho agora que cabe ao Irã reagir a elas", disse Amorim.

  O ministro afirmou que o Brasil está preparado para continuar participando da mediação, mas quer sentir um apoio "genuíno" a seus esforços por parte do Irã e de outros membros do chamado Grupo de Viena, que inclui França, Rússia e Estados Unidos. "O Brasil poderá ter uma participação, caso as partes interessadas solicitem", disse Amorim, antes de deixar a Bulgária rumo à Romênia, onde concluiu um giro pela Europa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Silicon Valley aberta para o conhecimento da Rússia.

  Um centro de desenvolvimento moderno e comercialização de novas tecnologias será construído em Skolkovo, nos arredores de Moscou. Segundo previsões irão trabalharar e residir nesse perímetro entre 25.000-30.000 pessoas . 

  De acordo com o presidente russo para construí-lo, não se deve necessariamente fazer uma cópia carbono do centro americano, mas aproveitar a sua experiência na criação de condições atrativas para a inovação empresarial.

  O presidente Medvedev visitou a Cisco, líder mundial na área de altas tecnologias, onde assistiu à assinatura de um acordo entre a empresa e o fundo de investimento para Skolkovo, o futuro centro de inovação tecnológica da Rússia. 
Essa será a primeira localidade russa em que a Cisco vai aplicar o seu conceito de "cidades inteligentes e conectados à Internet." 

  Na foto, da esquerda à direta, o governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, o presidente russo Dmitri Medvedev e o CEO da Cisco, John Chambers, na sede da empresa. 

  Em 23 de Junho, durante sua viagem ao Vale do Silício, o presidente russo, Dmitri Medvedev,  foi o primeiro usuário russo de um iPhone de quarta geração, que lhe deu o chefe da Apple, Steve Jobs. 

Fonte: RIA NOVOSTI

Israel lança com sucesso novo satélite de espionagem.

  Israel lançou com sucesso para o espaço na noite de terça-feira um novo satélite da série Ofek, o nono, numa tentativa de aumentar a respectiva capacidade de espionagem dos países mais distantes da região.

  "O satélite foi lançado e colocado em órbita com um foguete Shavit", indicou o Ministério da Defesa israelita em comunicado, acrescentando que durante os próximos dias "o satélite passará várias provas de validação" para verificar que todos os seus sistemas funcionam correctamente.

  O Ofek-9, fabricado pela Indústria Aeroespacial Israelita (IAI) e dotado de avançados sistemas de fotografia, pertence a uma série de foguetes de baixa altitude que Israel começou a utilizar no final dos anos 80 do século passado.

  O satélite foi lançado desde o polígono experimental partilhado pela IAI e pela Força Aérea em Palmahim, ao sul de Telavive.

  "O lançamento representa uma importante conquista tecnológica", indicou em outro comunicado o ministro da Defesa, Ehud Barak, ao aplaudir a "coragem" e as "aptidões" dos cientistas e técnicos responsáveis. 

  Israel começou a desenvolver os seus próprios satélites de espionagem há mais de 30 anos para não depender das imagens dos Estados Unidos, seu principal aliado, e poder fazer um acompanhamento permanente de países como o Irão, seu principal inimigo.

 Desde as órbitas nas quais se encontram, versões anteriores do satélite dão uma volta à Terra a cada 90 minutos e podem fotografar qualquer objeto com a nitidez equivalente a uma distância entre um e dois metros. 

Fonte: diariodigital.sapo.pt/

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