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sexta-feira, 9 de julho de 2010

EUA receia colaborar com propaganda do poderio militar russo.

  Aeronaves da aviação estratégica russa continuarão seus vôos sobre as águas do Pacífico, Oceano Atlântico e Ártico para aperfeiçoar o ensino prático de pilotos e não para criar uma "ilusão de poder", disse hoje um alto oficial do Ministério de Defesa.

  "Os vôos tem como principal objetivo melhorar a instrução prática de pilotos e não para criar uma “ilusão de poder”, como afirmou recentemente o comandante do Comando Norte dos EUA, James Winnefeld Jr.

 James Winnefeld Jr. declarou ontem que os militares americanos não consideram necessário reagir a todos os vôos de aviões estratégicos russos "para não dar suporte à propaganda russa sobre seu poderio militar".

  No mês passado, dois bombardeiros estratégicos russos Tupolev Tu-160 decolaram da base de Engels, região do Volga e concluíram com êxito seu vôo até a distancia máxima, cerca de 18000 quilômetros.

  "É a segunda vez que aviões estratégicos russos voam até a distância máxima". "No ano passado, os Tu-160 permaneceu no ar 21 horas informou o porta-voz da Força Aérea, tenente coronel Alexandr Drik e acrescentou, nessa ocasião os aviões "estabeleceram um novo recorde ao cobrir a distância de cerca de 18000 quilómetros em 23 horas".

  Explicou que durante a missão, os bombardeiros reabasteceram duas vezes com a ajuda do reservatório de combustível das aeronaves IL-78 e o vôo teve lugar na fronteira da Rússia sobre os oceanos Ártico e Pacífico.


Leia em RIA  Novosti

Aeroportos do Reino Unido, Alemanha e Emirados Árabes Unidos recusam-se a reabastecer o combustível dos aviões iranianos.

  "A partir na semana passada, após a aprovação de sanções unilaterais de Washington contra Teerã, os aeroportos do Reino Unido, Alemanha e Portugal recusam-se a reabastecer o combustível para aviões iranianos", disse o porta-voz da associação de companhias aéreas do Irã, Mehdi Aliyari, citado pela Agência de notícias iraniana ISNA. 

  O Conselho de segurança das Nações Unidas adotou, em 9 de Junho, uma nova resolução que reforça as sanções contra o Irã sobre a sua recusa em deter o enriquecimento de uranio. Esta já é a quarta resolução aprovada pelo Conselho, após o Irã se recusar em cumprir as exigências internacionais sobre seu programa nuclear. 

  Além disso, os Estados Unidos adotaram medidas unilaterais próprias contra a República Islâmica, afetando principalmente o setor de petróleo e gás do Irã, assim como empresas suspeitas pelas autoridades americanas de participar nos desenvolvimentos nucleares em Teerã.

 "Face a esta situação, o Irã será forçado a encher completamente os tanques de suas aeronaves ainda dentro do país ou construir depósitos de combustível em outros países", disse o porta-voz da associação da companhia aérea do Irã.

 A Iran Air fica assim impedida de usar os seus aviões Airbus A320 e Boeing B-727 e B-747, mas pode ainda usar 23 aviões para assegurar os voos para a UE.

 A União Europeia acrescentou ainda à sua lista negra, a companhia do Suriname Blue Wing Airline e as companhias indonésias Metro Bavia e Indonesia Air Ásia.

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