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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Pilotos da OTAN farão treinamento de combate contra os caças russos.


Caça russo Sukhoi SU-27 em vôo de treinamento.
 Dois esquadrões de caças russos terão parte na simulação de combate que será realizada na antiga base aérea de Keflavik na Islândia, escreve o diario britânico Financial Times.


 A empresa privada ECA Program divulga os planos de utilizar a base de Keflavik, antigo baluarte da segurança ocidental durante a guerra-fria, para realizar exercícios de treinamento aos pilotos da OTAN sobre as técnicas e táticas de combate contra os caças russos.

 O Governo da Islândia ainda está negociando o aluguel dessa base com a empresa ECA Program , que diz estar comprando por até 1,2 bilhão de euros os aviões de combate Sukhoi da Bielo-russia, para utilizá-los como um inimigo em exercícios de simulação de treinamento militar. 

 Serão firmados acordos com a força aérea de cinco países que queiram testar os seus pilotos e aviões em combates contra os mesmos aviões que as forças aéreas russa e chinesa utilizam", declarou ECA Program.

 Segundo um dos fundadores da empresa, o holandês Melville ten Cate, a aquisição será de 15 jatos Sukhois Su-27 "Flanker", com a opção de mais 18 comprados da BelTechExport, uma empresa de exportação de armas da Bielo-russia. Se concluída a negociação, seria a maior venda de aviões de caça para um comprador privado e a maior importação em larga escala de aviões de fabricação russa por um país da OTAN. A empresa BelTechExport negou a transação de compra e venda, apesar de ter confirmado anteriormente.

 Os planos de ЕСА Program causam uma aguda polêmica na Islândia, um país sem forças armadas próprias. Muitos críticos caracterizam essa empresa como um  "exército privado misterioso" com aspirações de preencher o vazio produzido pela retirada das tropas americanas de Keflavik en 2006, escreve o Financial Times.

 Mas o Senhor ten Cate disse que os aviões farão os exercícios sem munição e estes não ocorrerão no espaço aéreo islandês.

Fontes: http://www.ft.com/cms/s/0/de571c4e-b460-11df-8208-00144feabdc0.html
 http://sp.rian.ru/international/20100831/127622412.html

O Exército russo incorpora réplicas de tanques, aviões e lança-mísseis para despistar o inimigo.


Exército Inflável na Rússia.

 Modelos de mísseis antiaéreos S-300, tanques T-72 e caças Su-27, agora são infláveis e permitem preservar o material bélico real. "O inimigo perderá seu valioso tempo atacando falsas instalações militares", comentou Yuri Stepánov, chefe do laboratório da empresa que produz as réplicas infláveis, situada na cidade de Jotkovo, na província de Moscow.

 Um modelo inflável pesa aproximadamente 30 kilos. Feito de tela impermeável e uma vez instalado ocupa pouco espaço. São necessários cinco minutos para que os tanques e aviões alcancem o tamanho do modelo real. Os fabricantes afirmam que a cem metros de distância é impossivel distinguir do material bélico "de verdade".

 O armamento inflável funciona em qualquer tipo de condições meteorológicas e os gastos para mante-los são muito baixos. A bomba de injeção de ar consome cerca de um litro de combustível por hora.

 Os modelos infláveis reproduzem as mesmas ondas que irradiam os verdadeiros materiais de guerra. "Os aviões do inimigo não poderão determinar se são armamentos de verdade ou uma réplica porque os modelos imitan, por exemplo, o motor quente e uma tela especial reflete as ondas radioelétricas dos radares inimigos", explicou um especialista.

 No entanto, para enganar o inimigo, os modelos inflávies podem mudar constantemente a "posição de combate". Assim, o tanque pode girar e as escotilhas se abrirem.

 As réplicas infláveis chegam a substituir as fabricadas de madeira. Segundo comenta o chefe do laboratório Yuri Stepánov, os mísseis antiaéreos S-300 infláveis são fabricados há anos por pedido do Ministério russo da Defensa.

Fonte: http://sp.rian.ru/photolents/20100830/127601675.html

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O Irã testou seu novo míssil Qiam-1.


Míssil Qiam-1 superfície-superfície. Foto: alef.ir
 A República Islâmica do Irã realizou testes de um novo míssil da classe "terra-terra", informou a agência iraniana de notícias ISNA. 

 "Graças aos esforços de especialistas do departamento de aeronáutica do Ministério da Defesa do Irã foram exitosos os testes com o míssil Qiam-1 (Insurreição), que representa uma nova geração dos mísseis" terra- terra", opera com combustível líquido e foi totalmente projetado e montado no Irã", a agência cita as palavras do ministro iraniano da Defesa, o general Ahmad Vahidi. 

 O general disse em particular que o projeto do Qiam-1 dificulta a sua detecção pela defesa antimísseis. E que a ausência de estabilizadores, permite reduzir o tamanho do míssil e melhorar a manobrabilidade. "O Qiam-1 é capaz de destruir alvos com grande precisão, ele disse. 

 A agência não fornece as características técnicas do míssil nem a data do seu lançamento. 

 Mas, segundo a versão eletrônica do jornal iraniano Tehran Times, o novo míssil Qiam-1 e o Fateh 110 (de curto alcance, 150 a 200 km), seria lançado em 22 de agosto, o Dia da Indústria da Defesa do Irã. A partir dessa data Teerã planeja realizar testes de várias armas, no decurso de uma semana. 

 Em abril último, as autoridades iranianas anunciaram o início da produção em massa de foguetes antiaéreos de última geração "Mersad" capaz de derrubar aeronaves modernas a altitudes baixas e médias. O ministro da Defesa disse na época que um número significativo destes mísseis serão incluídos nos arsenais das Forças Armadas do país já em 2010. 

 No início de julho, Vahidi Teerã anunciou planos para desenvolver o seu próprio míssil de longo alcance para ser usado como garantia de segurança passiva do espaço aéreo. 

 De acordo com especialistas, o Irã tem  realizado energicamente diversos testes com novas armas com finalidades de demostração de força diante de uma provável tentativa de pressão exercida por países ocidentais, principalmente os Estados Unidos, que impôs sanções unilaterais contra a República Islâmica. As sanções afetam principalmente o setor de hidrocarbonetos do Irã e empresas iranianas suspeitas de terem a ver com o desenvolvimento de programas de mísseis. 

 O Conselho de Segurança da ONU aprovou em 09 de junho deste ano, a quarta resolução sobre o Irã, que prevê endurecer as sanções anteriormente impostas porque Teerã não cumpriu a exigência da comunidade internacional no que tange o esclarecimento de alguns aspectos do seu programa nuclear, incluindo seu componente militar. 




Fonte: http://sp.rian.ru/onlinenews/20100820/127527389.html
Fotos do lançamento: http://alef.ir/1388/index.php?option=com_content&task=view&id=80785&Itemid=99999999
Video do lançamento: http://www.nowpublic.com/world/iran-test-fires-new-missile-qiam-fri-20-aug-2010
Sobre os testes de mísseis iranianos: http://www.b14643.de/Spacerockets_1/Diverse/Sejil/Sejil.htm

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Laser de um navio no Reino Unido destrói um drone em vôo.

 Um vídeo divulgado na convenção bienal aeronáutica de Farnborough, no Reino Unido, mostra um laser montado na torre de um navio de guerra destruindo um drone pilotado remotamente.

 Criado pela
Raytheon Missile Systems de Tucson, Arizona, o laser infravermelho de 32 quilowatts é mostrado iluminando e aquecendo as pontas das asas e, em seguida, a parte de baixo do que parece ser um radar de busca drone, até que seu piloto remoto perde o controle, o avião pega fogo e cai no oceano.


Leia mais e veja o video em: http://www.newscientist.com/article/dn19192-navy-laser-roasts-incoming-drones-in-midair.html

Cientistas desenvolvem um prisma de diamante para um poderoso laser de raio x.


 Cientistas russos criaram um prisma de diamante para o espectrômetro de um laser  superpotente de  raio X, destinado a penetrar os segredos da matéria, anunciou hoje Turyanski Alexander, PhD em Física e Matemática e colaborador do Instituto de Física "Lebedev" (Academia de Ciências da Rússia). 

 "O laser XFEL de elétron livre, vai mergulhar nos segredos da matéria, estudar em tempo real os processos de formação e destruição de moléculas e o será feito o imediato registro das transições de fase em uma substância produzida pela ação de um poderoso emissor impulsivo ", disse ele. 

 "O Prisma, que é o principal elemento para se decompor o espectro, foi feito de um diamante natural da Yakutia (república russa da Sibéria Oriental) e, portanto, nosso objetivo é provar que a banda de raios-X  o espectro também pode ser obtido mediante os prismas, tal como na banda óptica ", comentou Turyanski. 

 O laser em questão é uma instalação de mais de três quilômetros e será construído na Alemanha. O projeto, cujo custo excede 1 bilhão de euros, envolve 14 países. A Rússia é o segundo país depois da Alemanha considerando o investimento total do projeto.  A corporação estatal russa Rosnano vai investir 250 milhões de euros no período até 2016. 

 Devido a sua importância para a ciência fundamental, o laser de raios-X pode ser comparado com o Large Hadron Collider (LHC), construído na Suíça. Os resultados serão muito importantes para o desenvolvimento de novas tecnologias. 

 O laser será utilizado como um modo poderoso de influenciar os materiais, e também, em conjunto com estações de medição e controle ", como um centro único de análise. Ao criar num micro-espaço uma densidade super-alta de energia, o laser de raios-X permitirá reproduzir alguns dos processos que ocorrem em objetos espaciais. Por esta razão, os astrofísicos esperam que o laser seja o princípio da astrofísica "laboratorial". 

 O laser pode ser aproveitado por investigadores dos 14 países que participam no projeto:  Alemanha, Rússia, Grã-Bretanha, Hungria, Grécia, Dinamarca, Itália, Espanha, China, Polônia, Eslováquia, França, Suécia e Suíça. 

 O trabalho de instalação deve ser concluído em 2014 e um ano depois os cientistas já poderão utilizar as instalações. Projetos semelhantes, mas a nível nacional, estão em execução no Japão e nos Estados Unidos.¹

 Os pesquisadores da Universidade de Stanford nos Estados Unidos apresentaram oficialmente o seu laser de raios-X, o mais poderoso do mundo - LCLS.

 Este equipamento sem comparação gera a partir de correntes catódicas de alta energia raios-X extremamente velozes e brilhantes, graças a isso é possível ver um amplo campo de átomos individuais e tirar fotografias de átomos e moléculas em movimento.

 "A nova ferramenta vai permitir a observação da estrutura dos materiais que não podem ser definidos com outros métodos", disse o secretário americano de Energia, Steven Chu, que participou da cerimônia de apresentação. Esse conhecimento, segundo ele, contribuirá para "uma melhor compreensão de como funcionam e para um grande número de novas descobertas, começando com a farmácia e terminando com painéis solares."

 O laboratório SLAC onde foi desenvolvido este dispositivo nos Estados Unidos recebeu de diversos centros de pesquisa no mundo inteiro mais de 800 propostas para realizar experimentos com o novo laser.²


Fontes:
[1] http://sp.rian.ru/onlinenews/20090506/121463524.html
[2] http://sp.rian.ru/onlinenews/20100818/127489836.html

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A França manifesta preocupação por causa dos planos facilitados de enriquecimento de urânio do Irã.

 A França está preocupada com os planos do Irã de construir uma nova unidade de enriquecimento de urânio em 2011, disse um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros francês na segunda-feira.

 Antes, na segunda-feira, o chefe nuclear iraniano Ali Akbar Salehi disse a agência de notícias ISNA que a República Islâmica começaria a construir um centro de enriquecimento no próximo mês de março.



Hotspots da indústria do enriquecimento de urânio no Irã que se desenvolve para projetar o país como nova potência nuclear.
Imagem: harakahdaily.net


 O Irã planeja construir um total de dez desses centros.  A França, juntamente com outras potências ocidentais, suspeitam que o Irã tenta desenvolver armas nucleares sob o disfarce de seu programa nuclear, Teerã diz que o programa visa a geração pacífica de energia civil.

 "O programa de enriquecimento de urânio não tem nenhum objetivo civil óbvio a partir do combustível do único reator nuclear do país [Bushehr], que será construído em um futuro próximo e fornecido pela Rússia," disse Christine Fages.


 Fage afirmou que se a construção da nova unidade nuclear é confirmada, será "uma nova violação dos compromissos do Irã e das seis resoluções do Conselho de Segurança da ONU". "Estamos esperando que o Irã decida cooperar e finalmente iniciar reais negociações com o grupo dos seis mediadores internacionais", disse Fages.



Regiões onde estão implantados os reatores de energia atômica e mineração de urânio no Irã.
Imagem: Der Spiegel


 A pressão internacional sobre o Irã aumentou no início de fevereiro, quando Teerã anunciou que tinha começado a enriquecer urânio a 20% em vez de um acordo sobre uma troca que proveria o país de combustível para um reator de pesquisa.

 Turquia, Brasil e Irã assinaram um acordo em 17 de maio, conhecido como a Declaração de Teerã, em que o Irã se comprometeu a dar 1,200 kg do seu urânio enriquecido em 3.5% à Turquia, em troca de 20% do urânio enriquecido que iria receber de países ocidentais para usar como combustível no reator de pesquisa nuclear perto de Teerã.

 O acordo trilateral não impediu o Conselho de Segurança da ONU de aprovar no dia 9 de Junho uma resolução que impõe um quarta rodada de sanções ao Irã por cima do seu programa nuclear.

PARIS, 16 de agosto (RIA Novosti)

Fonte: http://en.rian.ru/world/20100816/160224029.html

Sinal verde para o ataque de Israel ao Irã.


 Quase um terço da bancada republicana, na câmara dos deputados do congresso americano, introduziu uma resolução dando a Israel uma luz verde para atacar o Irã. A Resolução 1553 declara apoio firme a Israel para que "use todos os meios necessários" para "eliminar as ameaças nucleares" representadas pelo Irã. Tomar medidas para se opor a esta resolução perigosa é importante. 

  A Resolução 1553 “condena o Governo da República Islâmica do Irã e as suas ameaças 'de aniquilar' os Estados Unidos e o estado de Israel, o seu apoio contínuo ao terrorismo internacional e o seu incitamento ao genocídio do povo israelense.”

 Este é o primeiro passo necessário para autorizar a guerra com o Irã. A resolução  “apoia a utilização de todos os meios de persuadir o governo do Irã a deixar de construir e adquirir armas nucleares” e promete que os Estados Unidos assegurarão que Israel “continue recebendo ajuda econômica e militar crítica, inclusive armas com capacidades de defesa de míssil mediante a possibiliadade de um ataque do Irã.”

 Além do mais, “apoia o direito de Israel de usar todos os meios necessários para confrontar e eliminar ameaças nucleares oriundas do Irã, de defender a soberania israelense, proteger as vidas e a segurança do seu povo, inclusive com uso da força militar, se nenhuma outra solução pacífica puder ser encontrada dentro de um tempo razoável.”

 O site NIAC avisou que “o plano corajoso” atrás da resolução 1553 foi explicado nos mínimos detalhes no início deste mês pelo antigo Embaixador dos Estados Unidos às Nações Unidas, John Bolton, no Wall Street Journal, quando ele escreveu: “ter visivelmente o apoio do Congresso, no [início de um] ataque tranquilizaria o governo israelense, que está legitimamente preocupado com uma provável reação negativa de Obama à tais ataques."


 “A administração Obama resistiu calmamente durante mais de um ano aos esforços do Congresso de impor sanções econômicas unilaterais, antes de enfim ceder a pressão,” informou NIAC. “Agora que as sanções 'mutiladoras' foram postas em prática, a ala de extrema direita e os falcões do Irã começaram abertamente a defender o que sempre foi o seu objetivo último: a guerra com o Irã.” 

 No entanto, numerosos estudos credíveis concluíram que tais ataques iriam atrair os Estados Unidos para o conflito, que iria invadir a região em guerra e colocar muita coisa em risco: As vidas de inocentes americanos, iranianos e israelenses, o movimento pró-democracia no Irã, a Segurança Nacional dos Estados Unidos e a estabilidade do Iraque e do Afeganistão. Também a economia global, que depende do fluxo de petróleo do Golfo Pérsico. 

by Gil Ronen

Leia a matéria original em: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=20398

Rússia e Índia realizam exercícios militares em conjunto.


Rússia e Índia realizam exercícios navais regularmente consolidando a cooperação técnico-militar entre os dois países. Foto: Defense Talk
 Tendo à frente os exercícios navais russo-indianos marcados, nos quais o cruzador de míssil nuclear pesado Pyotr Veliky tomará parte, Tatiana Shaumyan, diretora do Centro de Estudos Indianos no Instituto de Estudos Asiáticos, discute o estado das relações russo-indianas e as perspectivas da cooperação de defesa entre os dois países. Entrevista por Igor Chekunov.

 Rússia e Índia desfrutam laços de longa data e estão acertados em muitas áreas. Como você descreveria as relações russo-indianas em matéria de defesa no momento? 

 A cooperação de defesa é um dos aspectos mais importantes e antigos do nosso relacionamento com a Índia. Esta cooperação começou nos anos 1960, logo após o conflito de fronteira indo-chinês.  A nossa cooperação de defesa foi contínua desde então, apesar de algumas interrupções nos anos 1990 devido a fatores além do nosso controle, notavelmente o colapso da União Soviética, quando muitas estruturas de era soviética foram desmanteladas e os russos estavam apenas emergindo.

 Foi um período difícil, porque a Rússia forneceu cerca de 70% do equipamento militar à Índia. Mas, gradualmente, a cooperação na defesa foi restaurada e hoje é considerável. A estrutura do relacionamento se transformou a partir da venda de armas já feitas da Rússia para a Índia, ao desenvolvimento conjunto de novas tecnologias e a produção de mísseis e aeronaves. Este é um grande passo para além do nosso relacionamento passado. 

 Atualmente, Rússia e Índia estão implementando vários programas militares conjuntos. Os mais importantes são a produção e modernização do míssil BrahMos e a construção da quinta geração de caças supersônicos, entre outras coisas.  Seria desejável ver o nível da cooperação que realizamos no campo da defesa mantido em outras áreas, especialmente em comércio, ciência e tecnologia.

 Os exercícios programados acrescentarão consideravelmente à cooperação militar russo-indiana. A situação em todo o mundo muda de ano para ano e, portanto, as metas e objetivos desses exercícios também mudam. O que você considera ser o objetivo neste momento?

 A ameaça de conflito armado, como tal, sempre existe teoricamente, mas me parece que hoje um dos maiores desafios de segurança para a Rússia e à Índia é a luta contra o terrorismo internacional, como ambos os países, infelizmente, têm sido vítimas de atos terroristas internacionais. A ameaça de ataques terroristas na Rússia se espalhou para além das regiões que são geralmente consideradas como alvos, e na Índia de hoje existem ataques não apenas na Caxemira, mas também em outras regiões e cidades importantes também como Mumbai e Delhi. É nessa área de combate ao terrorismo onde os nossos exercícios e projetos conjuntos podem ter um impacto muito significativo. 

 Os exercícios conjuntos navais têm crescido em importância nos últimos anos por causa da ameaça da pirataria, que se tornou um perigo para os navios de qualquer país praticamente sempre envolvido no transporte comercial internacional. Rússia e Índia têm repetidamente sofrido grandes perdas devido à pirataria internacional em rotas de navegação. Se trabalharmos em conjunto para desenvolver métodos para combater a esta ameaça, ambos os países serão beneficiados. 

 As relações entre a Índia e os Estados Unidos estão se desenvolvendo rapidamente, em paralelo com as relações estreitas entre a Índia e a Rússia. Embora a administração Obama aparentemente tenha mudado as prioridades da política externa americana da Índia para a China, os Estados Unidos e a Índia continuam a cooperar nas questões militar e nuclear. 

 Creio que, de uma maneira ou de outra, estas duas potências asiáticas serão sempre uma prioridade para os Estados Unidos da América. Os Estados Unidos querem desenvolver relações com a China mantendo a Índia como um aliado e vice-versa. Equilibrar as relações com diversos países é um aspecto fundamental das relações internacionais. Os Estados Unidos vêem a Índia como um ator importante e influente na política global. Além disso, penso que os Estados Unidos realmente reconhecem a Índia como uma potência nuclear.
   
 Ao assinar um acordo nuclear com a Índia em 2005 os americanos claramente tem reconhecido o arsenal nuclear indiano. Quando se trata da região Sul da Ásia, os Estados Unidos por um longo tempo se baseou no seu antigo aliado militar e político, o Paquistão. Os Estados Unidos têm hoje uma relação especial com o Paquistão, em função da situação no Afeganistão, e é por isso que a Índia é hoje uma prioridade na política externa e militar dos americanos. 

 Isso leva à próxima pergunta. Dada a relação ativa entre a Índia e os Estados Unidos, como vê o governo americano a cooperação entre a Rússia e a Índia, a partir da realização de exercícios militares? 

 Os Estados Unidos deveriam aceitá-la como um fato. O governo americano não toma realmente nenhuma atitude para impedir os dois países de realizar estes exercícios. Exercícios militares são uma parte integrante das relações bilaterais entre Estados soberanos no mundo de hoje. Esse jogo de soma nula é longo. Considerando as realidades atuais, da cooperação Brasil-EUA e da cooperação ativa entre Brasil e Rússia, essas cooperações não são mutuamente exclusivas.

Fonte: http://en.rian.ru/analysis/20100811/160156153.html

domingo, 15 de agosto de 2010

Disco voador dos tempos da guerra-fria foi projetado para bombardear a União Soviética.

Disco voador projetado para bombardear a União Soviética.

 Documentos secretos, trazidos à luz desde 1997, revelam que Força Aérea dos Estados Unidos desenvolvia um  'disco voador' projetado para promover uma chuva de destruição nuclear sobre a União Soviética a 300 milhas no espaço." O disco americano foi chamado de Veículo de Reentrada Lenticular (LRV).

 Segundo os documentos o avião de bombardeio foi projetado por engenheiros da aviação norte-americana em Los Angeles sob contrato com a Força Aérea dos Estados Unidos.

 O projeto foi dirigido fora da Wright-Patterson AFB, utilizando engenheiros alemães que tinham trabalhado em aviões-foguete alemães da segunda guerra mundial e tecnologia de disco voador.

 A aeronave original teria aterrisado semelhante a um ônibus espacial, com reentrada na atmosfera e deslizando para um pouso em um lago seco, utilizando patins em vez de trem de pouso com rodas mais pesadas.

Fonte: http://english.pravda.ru/photo/report/usaf-3118

 O vídeo disponível abaixo foi elaborado pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Ufológicas. Esse filme reúne informações surpreendentes e particularmente interessantes sobre os verdadeiros ovnis.


OS VERDADEIROS OVNIS PART 1

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 2

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 3

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 4

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Jazidas de petróleo nas Malvinas provocam tensão entre argentinos e britânicos.

 

Anúncio de jazidas de petróleo próximas às ilhas Malvinas/Falklands no atlântico sul reacendem antigas tensões entre argentinos e britânicos no âmbito de acontecimentos políticos, econômicos e diplomáticos. 





É possível uma aliança persa após a retirada da OTAN no Afeganistão?

 Enquanto os problemas da OTAN no Afeganistão aprofundam as conversas sobre sua retirada da região, três países de língua persa contemplam uma aliança para estabelecer a ordem política pós-guerra, levantando suspeitas no Ocidente.

 O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, propôs uma aliança entre o seu país - o Irã, o Afeganistão e o Tadjiquistão. As três nações de língua persa agiriam como um contrapeso à influência da OTAN na região, de acordo com a visão de Ahmadinejad. 

A agência de notícias Deutsche Welle conversou com o especialista sobre assuntos no Afeganistão, Citha Maass, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança sobre a viabilidade de uma tal aliança e suas implicações para a região.

Ahmadinejad quer aliança para contrariar a influência da OTAN na região da Àsia Central. Foto: Deutsche Welle.
 Foi perguntado na entrevista sobre a possibilidade de uma aliança persa composta por Tajiquistão, Irã e Afeganistão, o que ele disse, "vejo isso como irrealista, porque o presidente Karzai sabe que nos próximos anos, ele vai precisar de ajuda americana e internacional, tanto em termos civis como militares. Ele sabe que se ele fosse entrar em uma aliança direta com o Irã, qualquer ajuda seria imediatamente cortada pelos norte-americanos. Vejo, no entanto, uma outra dimensão no jogo. Karzai já está consolidando sua posição de poder para o período após a retirada das forças da ISAF, e não os americanos, mas outros contribuidores ISAF."


 "Então ele está trabalhando em um cenário onde o seu clã pode reforçar o seu poder depois que um maioria das forças internacionais não deixaram. E quando ele se ocupa em discussões com outros estados, eu também contaria com a China e a Rússia por exemplo, ele envia um sinal aos Americanos de que possui maior influência de negociação. Isso é o que é decisivo para mim," disse o entrevistado.

 Sobre por que Ahmadinejad escolhe este momento para fazer sua declaração, Maas explica "eu não posso dizer muito em relação a Ahmadinejad agora, porque eu não tenho todas as informações pertinentes. Mas tome o Tajiquistão, por exemplo. O Tajiquistão bem como o Usbequistão e o Turcomenistão são profundamente preocupados que o Presidente Karzai use o processo de reconciliação no Afeganistão para manter o seu poder integrando os islâmicos conservadores ou até mesmo as forças militantes islâmicas no sistema político.

 Os estados da Ásia Central temem pelo risco de que militantes islâmicos poderiam se tornar ativos nos seus próprios países. Isso significa que eles estão observando com grande reserva e vão considerar exatamente o quão perto eles vão trabalhar em conjunto com Karzai.

 Sobre o quão boa são as relações entre os três países na realidade ele cita que " A língua é um elemento fundamental porque a língua significa cultura e valores mais profundos. No momento não vejo nenhum acordo real. Outro problema é o tráfico de drogas. Irã e Tadjiquistão sofrem tremendamente com isso, porque são países de trânsito para as drogas que saem do Afeganistão. Portanto, há um interesse comum por aqui, mesmo que seja restrito a um problema e setor muito específico. De outra maneira, não vejo mais nenhum grande interesse comum. Naturalmente, do lado iraniano querem reduzir a influência norte-americana no Afeganistão, para restringi-la. Mas isto não me parece bastante para que seja criada uma aliança .

Créditos:

Entrevista: Bushuev Mikhail, Deutsche Welle Rússia Service (sk) 
Editor: Rob Mudge
Tradução: Rod Oliveir

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5889677,00.html

Novo míssil chinês pode parar a frota de navios dos Estados Unidos.


Novo míssil chinês desafia a marinha dos Estados Unidos.
Foto: islamidavet.com
 A China está desenvolvendo segundo notícias um novo míssil naval para virar o jogo e abrir caminho para acabar com o domínio dos Estados Unidos no mar, dizem os especialistas.

 O míssil, chamado Dong Feng 21D, pode ser lançado da terra para destruir os aviões mais avançados que se deslocam a 900 milhas de distância. 

 "O míssil anti-navio emergente da China, em especial o DF 21D, representa o primeiro armamento pós-Guerra-Fria com capacidade potencialmente eficaz tanto de interromper a nossa projeção de poder naval como deliberadamente foi projetado para esse propósito," citou um especialista em Washington. 

 "A Marinha tem muito tempo para temer esse armamento com capacidades de afundar porta-aviões", acrescentou. 

 Fontes dizem que o teste final do míssil pode ocorrer nos próximos meses. 

 O míssil poderia revolucionar o papel da China no equilíbrio de poder no Pacífico e irá torná-lo perigoso para os Estados Unidos caso interferisse em qualquer conflito potencial com Taiwan ou Coréia do Norte. 

 Também poderia impedir que os navios americanos tivessem acesso seguro às águas internacionais próximas de 18 mil quilômetros da China (11,200 milhas) ao longo da costa. 
 O desenvolvimento do míssil mostra como as relações entre a China e os Estados Unidos tornaram-se tensas sobre um certo número de questões. 

 A China já reduziu sua cooperação militar com o Pentágono depois das vendas de 6,4 bilhões de dólares em armamento à Taiwan. A China considera a ilha como parte de seu território.

 Em resposta Pequim impôs sanções não especificas às empresas dos Estados Unidos que vendem armas a Taiwan.

Fonte: http://www.islamidavet.com/english/2010/08/07/new-chinese-missile-challenges-us/

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