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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sinal verde para o ataque de Israel ao Irã.


 Quase um terço da bancada republicana, na câmara dos deputados do congresso americano, introduziu uma resolução dando a Israel uma luz verde para atacar o Irã. A Resolução 1553 declara apoio firme a Israel para que "use todos os meios necessários" para "eliminar as ameaças nucleares" representadas pelo Irã. Tomar medidas para se opor a esta resolução perigosa é importante. 

  A Resolução 1553 “condena o Governo da República Islâmica do Irã e as suas ameaças 'de aniquilar' os Estados Unidos e o estado de Israel, o seu apoio contínuo ao terrorismo internacional e o seu incitamento ao genocídio do povo israelense.”

 Este é o primeiro passo necessário para autorizar a guerra com o Irã. A resolução  “apoia a utilização de todos os meios de persuadir o governo do Irã a deixar de construir e adquirir armas nucleares” e promete que os Estados Unidos assegurarão que Israel “continue recebendo ajuda econômica e militar crítica, inclusive armas com capacidades de defesa de míssil mediante a possibiliadade de um ataque do Irã.”

 Além do mais, “apoia o direito de Israel de usar todos os meios necessários para confrontar e eliminar ameaças nucleares oriundas do Irã, de defender a soberania israelense, proteger as vidas e a segurança do seu povo, inclusive com uso da força militar, se nenhuma outra solução pacífica puder ser encontrada dentro de um tempo razoável.”

 O site NIAC avisou que “o plano corajoso” atrás da resolução 1553 foi explicado nos mínimos detalhes no início deste mês pelo antigo Embaixador dos Estados Unidos às Nações Unidas, John Bolton, no Wall Street Journal, quando ele escreveu: “ter visivelmente o apoio do Congresso, no [início de um] ataque tranquilizaria o governo israelense, que está legitimamente preocupado com uma provável reação negativa de Obama à tais ataques."


 “A administração Obama resistiu calmamente durante mais de um ano aos esforços do Congresso de impor sanções econômicas unilaterais, antes de enfim ceder a pressão,” informou NIAC. “Agora que as sanções 'mutiladoras' foram postas em prática, a ala de extrema direita e os falcões do Irã começaram abertamente a defender o que sempre foi o seu objetivo último: a guerra com o Irã.” 

 No entanto, numerosos estudos credíveis concluíram que tais ataques iriam atrair os Estados Unidos para o conflito, que iria invadir a região em guerra e colocar muita coisa em risco: As vidas de inocentes americanos, iranianos e israelenses, o movimento pró-democracia no Irã, a Segurança Nacional dos Estados Unidos e a estabilidade do Iraque e do Afeganistão. Também a economia global, que depende do fluxo de petróleo do Golfo Pérsico. 

by Gil Ronen

Leia a matéria original em: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=20398

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