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domingo, 15 de agosto de 2010

Disco voador dos tempos da guerra-fria foi projetado para bombardear a União Soviética.

Disco voador projetado para bombardear a União Soviética.

 Documentos secretos, trazidos à luz desde 1997, revelam que Força Aérea dos Estados Unidos desenvolvia um  'disco voador' projetado para promover uma chuva de destruição nuclear sobre a União Soviética a 300 milhas no espaço." O disco americano foi chamado de Veículo de Reentrada Lenticular (LRV).

 Segundo os documentos o avião de bombardeio foi projetado por engenheiros da aviação norte-americana em Los Angeles sob contrato com a Força Aérea dos Estados Unidos.

 O projeto foi dirigido fora da Wright-Patterson AFB, utilizando engenheiros alemães que tinham trabalhado em aviões-foguete alemães da segunda guerra mundial e tecnologia de disco voador.

 A aeronave original teria aterrisado semelhante a um ônibus espacial, com reentrada na atmosfera e deslizando para um pouso em um lago seco, utilizando patins em vez de trem de pouso com rodas mais pesadas.

Fonte: http://english.pravda.ru/photo/report/usaf-3118

 O vídeo disponível abaixo foi elaborado pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Ufológicas. Esse filme reúne informações surpreendentes e particularmente interessantes sobre os verdadeiros ovnis.


OS VERDADEIROS OVNIS PART 1

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 2

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 3

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OS VERDADEIROS OVNIS PART 4

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Jazidas de petróleo nas Malvinas provocam tensão entre argentinos e britânicos.

 

Anúncio de jazidas de petróleo próximas às ilhas Malvinas/Falklands no atlântico sul reacendem antigas tensões entre argentinos e britânicos no âmbito de acontecimentos políticos, econômicos e diplomáticos. 





É possível uma aliança persa após a retirada da OTAN no Afeganistão?

 Enquanto os problemas da OTAN no Afeganistão aprofundam as conversas sobre sua retirada da região, três países de língua persa contemplam uma aliança para estabelecer a ordem política pós-guerra, levantando suspeitas no Ocidente.

 O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, propôs uma aliança entre o seu país - o Irã, o Afeganistão e o Tadjiquistão. As três nações de língua persa agiriam como um contrapeso à influência da OTAN na região, de acordo com a visão de Ahmadinejad. 

A agência de notícias Deutsche Welle conversou com o especialista sobre assuntos no Afeganistão, Citha Maass, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança sobre a viabilidade de uma tal aliança e suas implicações para a região.

Ahmadinejad quer aliança para contrariar a influência da OTAN na região da Àsia Central. Foto: Deutsche Welle.
 Foi perguntado na entrevista sobre a possibilidade de uma aliança persa composta por Tajiquistão, Irã e Afeganistão, o que ele disse, "vejo isso como irrealista, porque o presidente Karzai sabe que nos próximos anos, ele vai precisar de ajuda americana e internacional, tanto em termos civis como militares. Ele sabe que se ele fosse entrar em uma aliança direta com o Irã, qualquer ajuda seria imediatamente cortada pelos norte-americanos. Vejo, no entanto, uma outra dimensão no jogo. Karzai já está consolidando sua posição de poder para o período após a retirada das forças da ISAF, e não os americanos, mas outros contribuidores ISAF."


 "Então ele está trabalhando em um cenário onde o seu clã pode reforçar o seu poder depois que um maioria das forças internacionais não deixaram. E quando ele se ocupa em discussões com outros estados, eu também contaria com a China e a Rússia por exemplo, ele envia um sinal aos Americanos de que possui maior influência de negociação. Isso é o que é decisivo para mim," disse o entrevistado.

 Sobre por que Ahmadinejad escolhe este momento para fazer sua declaração, Maas explica "eu não posso dizer muito em relação a Ahmadinejad agora, porque eu não tenho todas as informações pertinentes. Mas tome o Tajiquistão, por exemplo. O Tajiquistão bem como o Usbequistão e o Turcomenistão são profundamente preocupados que o Presidente Karzai use o processo de reconciliação no Afeganistão para manter o seu poder integrando os islâmicos conservadores ou até mesmo as forças militantes islâmicas no sistema político.

 Os estados da Ásia Central temem pelo risco de que militantes islâmicos poderiam se tornar ativos nos seus próprios países. Isso significa que eles estão observando com grande reserva e vão considerar exatamente o quão perto eles vão trabalhar em conjunto com Karzai.

 Sobre o quão boa são as relações entre os três países na realidade ele cita que " A língua é um elemento fundamental porque a língua significa cultura e valores mais profundos. No momento não vejo nenhum acordo real. Outro problema é o tráfico de drogas. Irã e Tadjiquistão sofrem tremendamente com isso, porque são países de trânsito para as drogas que saem do Afeganistão. Portanto, há um interesse comum por aqui, mesmo que seja restrito a um problema e setor muito específico. De outra maneira, não vejo mais nenhum grande interesse comum. Naturalmente, do lado iraniano querem reduzir a influência norte-americana no Afeganistão, para restringi-la. Mas isto não me parece bastante para que seja criada uma aliança .

Créditos:

Entrevista: Bushuev Mikhail, Deutsche Welle Rússia Service (sk) 
Editor: Rob Mudge
Tradução: Rod Oliveir

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5889677,00.html

Novo míssil chinês pode parar a frota de navios dos Estados Unidos.


Novo míssil chinês desafia a marinha dos Estados Unidos.
Foto: islamidavet.com
 A China está desenvolvendo segundo notícias um novo míssil naval para virar o jogo e abrir caminho para acabar com o domínio dos Estados Unidos no mar, dizem os especialistas.

 O míssil, chamado Dong Feng 21D, pode ser lançado da terra para destruir os aviões mais avançados que se deslocam a 900 milhas de distância. 

 "O míssil anti-navio emergente da China, em especial o DF 21D, representa o primeiro armamento pós-Guerra-Fria com capacidade potencialmente eficaz tanto de interromper a nossa projeção de poder naval como deliberadamente foi projetado para esse propósito," citou um especialista em Washington. 

 "A Marinha tem muito tempo para temer esse armamento com capacidades de afundar porta-aviões", acrescentou. 

 Fontes dizem que o teste final do míssil pode ocorrer nos próximos meses. 

 O míssil poderia revolucionar o papel da China no equilíbrio de poder no Pacífico e irá torná-lo perigoso para os Estados Unidos caso interferisse em qualquer conflito potencial com Taiwan ou Coréia do Norte. 

 Também poderia impedir que os navios americanos tivessem acesso seguro às águas internacionais próximas de 18 mil quilômetros da China (11,200 milhas) ao longo da costa. 
 O desenvolvimento do míssil mostra como as relações entre a China e os Estados Unidos tornaram-se tensas sobre um certo número de questões. 

 A China já reduziu sua cooperação militar com o Pentágono depois das vendas de 6,4 bilhões de dólares em armamento à Taiwan. A China considera a ilha como parte de seu território.

 Em resposta Pequim impôs sanções não especificas às empresas dos Estados Unidos que vendem armas a Taiwan.

Fonte: http://www.islamidavet.com/english/2010/08/07/new-chinese-missile-challenges-us/

Quatro submarinos Ghadir são acrescentados à frota do Irã.

Quatro mini submarinos domésticos da classe Ghadir são acrescentados à Marinha Iraniana em 08 de Agosto de 2010. Foto: PRESSTV.ir

 Esforçando-se para aumentar a segurança no Golfo Pérsico, a Marinha do Irã tem se equipado com quatro mini submarinos da classe Ghadir fabricados no próprio Irã.

 O ministro da defesa iraniano Ahmad Reza Brigadeiro Vahidi saudou a entrega como um sinal de progresso da engenharia militar iraniana.

 Vahidi disse que o submarino stealth é capaz de lançar torpedos, alcançando o alvo com boa precisão.

 "A produção em massa desse submarino estratégico tem sido realizada objetivando um aumento das capacidades de defesa da Força Naval ... e hoje quatro submarinos avançados Ghadir integraram a frota naval iraniana".

 O submarino Ghadir foi primeiramente revelado em 2007. De 120 toneladas, tem um desempenho excelente a profundidade rasa, e realiza missões costeiras de longa duração. A frota do Irã  possui atualmente 11 submarinos Ghadir.

 Com exceção de três submarinos de fabricação russa da classe Kilo, a Marinha iraniana também opera um outro submarino doméstico de 500 toneladas em suas missões de patrulha no Golfo Pérsico e no Estreito de Hormuz.

 "Com a produção em massa do submarino e vários lançadores de mísseis guiados está completa a cadeia de produção defensiva do país, e esses recursos serão utilizados para a servir aos propósitos de paz, estabilidade e segurança na região do Golfo Pérsico e no Mar de Omã", acrescentou o ministro.

Fonte: http://www.islamidavet.com/english/2010/08/08/four-ghadir-submarines-join-iran-fleet/

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