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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Resistência Global - a mídia independente luta contra a desinformação.


 Não pode haver como negar: esses são tempos excitantes e as mudanças estão ocorrendo a taxas sem precedentes. Poucos podem alegar que não tem algum conhecimento dos protestos generalizados que têm balançado a Tunísia e o Egito nos últimos dias, e na verdade a palavra "revolução" está na boca de muitas pessoas. 

 Estamos a assistir a agitação em larga escala, populações inteiras que se recusam a ser exploradas e continuar a viver na pobreza, nas mãos de uma pequena elite governante, manipulados por interesses estrangeiros, que prosperam, enquanto as suas nações debatem. 

 Será que isto soa familiar? Isso, na verdade, não descreve as correntes das populações apenas em países distantes, o espírito de resistência está borbulhando em nosso próprio quintal e além das fronteiras vizinhas.¹
 
A Revolução prossegue até à realização das reivindicações populares.

 A hora da verdade aproxima-se. A hora em que o povo egípcio pode impor a queda de Mubarak e a mudança do seu regime. 

 O regime da opressão vive os seus últimos momentos, sobretudo depois de os seus tutores estado-unidenses o terem largado na sequência da Revolução popular que cresce em todas as cidades e regiões do Egipto. 

 As manifestações de hoje, que reuniram milhões de cidadãos bradando a palavra-de-ordem da partida de Mubarak, garantem o fracasso de todas as tramas perpetradas pelo ditador e os seus colaboradores que visam liquidar a Revolução. 

 O acordo entre os diferentes partidos da oposição sobre a formação de um Comitê de Salvação Pública tendo o aval das massas populares, nomeadamente dos manifestantes, é um ponto decisivo para realizar as reivindicações políticas, econômicas e sociais colocadas pela Revolução. 

 ALgumas reivindicações essenciais são apresentadas por todas as forças patrióticas representadas no parlamento popular constituído: 

 1- Impor a queda de Mubarak e formar um Conselho presidencial para um período bem determinado. 

 2- Formar um governo de aliança que ficará encarregado da direção do país durante este período transitório. 

 3- Apelar à formação de uma Assembléia Constituinte eleita que terá como tarefa preparar uma nova Constituição baseada no princípio da soberania nacional e garantindo a alternância no quadro de um Estado laico, democrático e justo. 

 4- Julgar os responsáveis pelos massacres que fizeram centenas de mártires e milhares de feridos, assim como os responsáveis pela corrupção que roubaram as riquezas produzidas pelo povo egípcio.²

Fonte: [1]http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23058
          [2]http://www.solidnet.org/index.php/egypt-egyptian-communist-party/1073-cp-of-egypt-la-revolution-se-poursuit-jusqua-la-realisation-des-revendications-populaires-fr-ar

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